Carrie: 2 teorias do livro que são confirmadas na nova série
A nova adaptação de Carrie , clássico terror de Stephen King , chegou ao Prime Video com mudanças importantes em relação ao livro original.
Desenvolvida por Mike Flanagan ( A Maldição da Residência Hill ), a série não apenas reimagina a história publicada em 1974, como também confirma duas teorias populares sobre os poderes da protagonista e sua conexão com o universo do autor.
Protagonizada por Summer H.
Howell ( A Maldição da Mansão Bly ), a produção acompanha Carrie White , adolescente que começa a frequentar a escola após passar anos isolada do mundo e receber educação em casa por influência da mãe abusiva, Margaret White ( Samantha Sloyan ).
A tentativa de se adaptar à vida escolar, porém, é abalada por um episódio de bullying que muda sua visão sobre as pessoas e desperta seus poderes telecinéticos.
Ao longo de oito episódios, a série também aprofunda a trajetória de Margaret , que precisa encontrar um emprego para manter a guarda da filha.
Entre suas crenças religiosas extremistas e a dificuldade de lidar com as habilidades de Carrie , a personagem ganha uma dimensão maior do que nas adaptações anteriores da história — e é justamente essa expansão que esclarece duas das principais teorias envolvendo a família White .
Margaret White também tem poderes? No episódio final de Carrie , Margaret é entrevistada por Adelaide ( Kate Siegel ), líder de um grupo misterioso de sensitivos que acompanha pessoas com habilidades psíquicas.
Durante a conversa, ela revela que também possui poderes, descobertos ainda na infância, enquanto rezava.
A personagem conta, inclusive, que recorreu a essas habilidades para sobreviver enquanto Carrie destruia a casa da família.
A revelação confirma uma teoria antiga entre os leitores de Stephen Kin g: a de que Margaret também teria habilidades sobrenaturais e seria responsável por transmitir os poderes à filha.
No romance, a personagem tem visões que atribui a Deus, interpretadas por parte do público como possíveis manifestações de capacidades psíquicas.
O livro ainda sugere que os poderes de Carrie têm origem genética e são dominantes entre mulheres.
A série de Flanagan transforma essa possibilidade em fato ao revelar que Margaret também possui o gene associado à telecinese, transmitido à filha. ‘Carrie’ conecta seus poderes aos de ‘O Iluminado’ A produção também confirma outra teoria popular ao estabelecer uma ligação entre as habilidades de Carrie e o chamado brilho , apresentado em O Iluminado , outro clássico de Stephen King .
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