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Monumentos e locais que fazem parte da paisagem de Presidente Prudente guardam histórias que atravessam gerações

G1 ·
Monumentos e locais que fazem parte da paisagem de Presidente Prudente guardam histórias que atravessam gerações

Reportagem especial celebra os 109 anos de fundação de Presidente Prudente Os lugares que se tornam ponto de passagem para centenas de moradores diariamente fazem parte da história de Presidente Prudente (SP), a partir de monumentos espalhados, mas nem sempre percebidos.

A cidade completa 109 anos nesta segunda-feira (14) e, para celebrar a data, o g1 e a TV TEM prepararam reportagens especiais que mostram Presidente Prudente sob um olhar diferente, atento aos detalhes. 📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp No caso dos monumentos, alguns fazem parte da paisagem há décadas, outros foram se transformando com o tempo.

Há locais que foram preservados enquanto a cidade cresceu ao redor deles, como a Catedral de São Sebastião, fundada em 1925.

Catedral de São Sebastião em Presidente Prudente; vista da cidade Gustavo Luz/TV TEM Há também as obras que estão diante dos olhos de quem passa pelo local, mas nem sempre são conhecidas.

É o caso de um dos monumentos mais emblemáticos, o busto de Prudente de Moraes, que fica na Praça da Bandeira e homenageia justamente o homem que deu nome ao município.

Já na Praça 9 de Julho, um dos monumentos atravessa gerações e guarda a lembrança de um dos episódios mais marcantes da história: a Revolução Constitucionalista de 1932, símbolo que mantém viva a memória da participação de Prudente no movimento.

LEIA TAMBÉM: Cerca de 1,1 mil voluntários e histórias de bravura: conheça a participação do oeste paulista na Revolução de 1932 'Resgatar memória' Nomes e episódios que atravessaram o tempo e ainda podem ser encontrados pelas ruas, mas nada do que ocupa esses espaços está ali por acaso, conforme descreve o historiador Heitor Ribeiro.

“O monumento histórico tem a importância de resgatar um pouco da memória de algo que ocorreu para que não se perca isso no futuro e no presente.

Então, muito mais que concreto e aço, o monumento representa um marco da memória, a memória de todos, e muitas vezes a gente deixa passar, acaba esquecendo no dia a dia desses monumentos”, descreve o historiador.

A identidade prudentina também foi formada pelas pessoas que chegaram, trouxeram seus costumes e deixaram marcas no cotidiano.

Entre elas, a comunidade japonesa.

Na Praça das Cerejeiras, essa influência ganha forma.

Toshio Koketsu, presidente da Associação Cultural Nipo-Brasileira da Alta Sorocabana, descreve os monumentos importantes existentes no local.

“Um deles, eu acho muito importante, porque está uma poesia que os japoneses gostam muito de escrever, é a haiku.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

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