Filme sobre Tribalistas revela a gênese da criação sem refletir sobre o impacto da música do trio no Brasil e no mundo
Arnaldo Antunes (à esquerda), Carlinhos Brown e Marisa Monte compõem em estúdio de Salvador (BA) para o primeiro álbum do trio Reprodução /Vídeo ♫ CRÍTICA DE DOCUMENTÁRIO MUSICAL Título: Tribalistas – O baú da hora fértil Direção: Dora Jobim Roteiro: Pablo Ribeiro e Christiana Albuquerque Elenco: Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown e Marisa Monte Cotação: ★ ★ ★ 1/2 ♬ O filme de Dora Jobim sobre o grupo Tribalistas é bom no que se propõe – desvendar a gênese da criação de músicas que se tornaram standards da canção brasileira do século XXI – e seria ainda melhor se tivesse ido além e também tivesse proposto uma reflexão sobre o impacto no Brasil e no mundo da música do trio formado por Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown e Marisa Monte em 2002.
Contudo, seguindo a ideia da diretora e do próprio grupo, o roteiro de Pablo Ribeiro e Christiana Albuquerque apenas encandeia raras imagens de arquivo que, sim, contam uma história.
Já em exibição em festivais do Brasil e do mundo, o documentário “Tribalistas – O baú da hora fértil” tem estreia programada no Canal Curta! para o primeiro semestre de 2027, celebrando os 25 anos do álbum “Tribalistas” , lançado em novembro de 2002.
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