Desaparecimento de primas no Paraná: policiais encontraram explosivo em esconderijo do principal suspeito do crime
Ossadas são encontradas depois de quatro meses de buscas por primas desaparecidas Um artefato explosivo foi encontrado na casa que Clayton Antonio da Silva Cruz, principal suspeito pelo desaparecimento de duas jovens, usava como esconderijo, em Mandaguari, no Norte do estado.
Clayton, de 35 anos, foi morto na manhã desta sexta-feira (21) durante uma abordagem da Polícia Civil (PC-PR).
O Esquadrão Antimbombas do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) foi acionado no local para fazer a retirada e detonação controlada do explosivo.
Segundo o Batalhão, o artefato era improvisado, mas tinha "grande poder de destruição".
De acordo com a polícia, Clayton foi a última pessoa vista com as primas Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos.
As duas estão desaparecidas desde abril.
Veja abaixo a cronologia da investigação. ✅ Siga o canal do g1 Maringá e Região no WhatsApp Conforme a delegada Kethilin Iurino, além do explosivo, no esconderijo foram encontradas joias, armas, munições e vestimentas usadas em roubos.
Na residência, uma mulher que mantinha um relacionamento com Clayton foi presa pelo crime de receptação.
Artefato explosivo foi encontrado em residência RPC A polícia conseguiu localizar Clayton por conta de um roubo do qual ele era suspeito em São João do Ivaí, no norte do estado, no começo do mês.
Desde então, as autoridades monitoravam a região.
Quando os policiais chegaram ao local, nesta sexta-feira, Clayton tentou fugir pelo telhado do imóvel, entrou em uma casa, fez um morador refém e foi morto a tiros, segundo a PCPR.
Um segundo suspeito, identificado pela polícia como "Magrão", foi preso na manhã desta sexta em Umuarama.
A investigação aponta que ele está envolvido no desaparecimento das primas e também participou dos assaltos com Clayton.
Desaparecimento de primas no PR: suspeito tentou fugir pelo telhado de casa Clayton é suspeito de duplo homicídio Clayton Antonio da Silva Cruz estava foragido desde 29 de abril, suspeito de duplo homicídio.
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