Prêmio Nobel da Paz 2026: Relembre os vencedores dos últimos 10 anos
O Prêmio Nobel da Paz de 2026 deve ser anunciado nesta sexta-feira (9).
A premiação reconhece indivíduos ou organizações que tenham contribuído de forma significativa para a promoção da paz e da cooperação entre as nações.
A cerimônia é realizada anualmente em Oslo, na Noruega .
O anúncio do vencedor é feito em uma cerimônia transmitida ao vivo pelo site oficial da instituição.
Todos os anos, centenas de nomes são indicados , entre pessoas e instituições , mas a lista completa dos indicados permanece em sigilo por 50 anos, conforme as regras estabelecidas pela Fundação Nobel.
Leia Mais: Análise: Trump não vai ganhar Nobel da Paz, mas pode influenciar decisão Forças do Iêmen publicam vídeo atropelando combatentes dos Houthis Exageros de Trump cobram consequências nas midterms, diz especialista Embora o processo seja mantido em segredo, analistas especulam sobre possíveis vencedores, baseando-se em acontecimentos recentes e nos temas que costumam orientar as decisões do comitê, como direitos humanos, diplomacia internacional, liberdade de imprensa e meio ambiente.
Historicamente, o comitê costuma valorizar ações simbólicas e esforços de cooperação global, premiando desde líderes políticos e ativistas até organizações humanitárias e ambientais.
Relembre os últimos vencedores De 2016 a 2025, o Prêmio Nobel da Paz reconheceu pessoas e organizações por iniciativas relacionadas à democracia, aos direitos humanos, à liberdade de expressão, ao combate à fome e ao desarmamento nuclear, entre outras causas.
A retrospectiva reúne os dez últimos vencedores da premiação e os motivos apresentados pela organização para cada escolha.
María Corina Machado (2025) A líder da oposição venezuelana María Corina Machado recebeu o Nobel da Paz de 2025 por sua atuação em defesa da democracia na Venezuela e por sua luta por uma transição política pacífica no país.
Segundo a organização, o prêmio foi concedido “por seu trabalho incansável na promoção dos direitos democráticos do povo da Venezuela e por sua luta para alcançar uma transição justa e pacífica da ditadura para a democracia”.
Nihon Hidankyo (2024) A organização japonesa Nihon Hidankyo, formada por sobreviventes dos bombardeios atômicos de Hiroshima e Nagasaki, foi reconhecida por seus esforços contra as armas nucleares e por divulgar testemunhos sobre os efeitos desses armamentos.
A justificativa do prêmio foi “pelos seus esforços para alcançar um mundo livre de armas nucleares e por demonstrar, através de testemunhos, que as armas nucleares nunca mais devem ser usadas”.
Narges Mohammadi (2023) A ativista iraniana Narges Mohammadi recebeu o prêmio por sua luta contra a opressão das mulheres no Irã e pela defesa dos direitos humanos e da liberdade.
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