Samuel Eto’o apoia Infantino em meio à crise política na Fifa
O ex-atacante camaronês Samuel Eto’o declarou publicamente seu apoio ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, em meio à crescente pressão sobre o dirigente ítalo-suíço.
Infantino vem sendo duramente criticado desde o fracasso da proposta de abertura para investimentos privados em torneios da Fifa, incluindo a Copa do Mundo.
A Uefa ameaçou boicotar as competições da Fifa e várias federações continentais e nacionais também retiraram seu apoio a Infantino.
Veja também: Todas as notícias da Gazeta Esportiva Canal da Gazeta Esportiva no YouTube Siga a Gazeta Esportiva no Instagram Participe do canal da Gazeta Esportiva no WhatsApp No entanto, Eto’o, que é presidente da Federação Camaronesa de Futebol, ignorou as críticas à liderança de Infantino e considerou que a reação negativa ao se deve, em grande parte, a manobras políticas antes das eleições à presidência da Fifa no ano que vem.
“Não acho que o presidente Gianni Infantino tenha feito nada de errado”, declarou o ex-jogador à CNN .
“Acho que tudo isso está acontecendo porque as eleições estão se aproximando”.
O plano de Infantino, que segundo relatos teria distribuído aportes financeiros consideráveis entre as 211 associações-membro da Fifa, enfrentou uma forte oposição de várias confederações e finalmente foi abandonado.
Foto por LEO BARRILARI / ODYSSEY IMAGES VIA AFP O presidente da Fifa continua sob pressão, com a possibilidade de ter aberta contra ele uma moção de censura.
A Uefa, a Confederação Asiática de Futebol (AFC) e a Concacaf – que rege a América do Norte, a América Central e o Caribe – manifestaram preocupação com os rumos da Fifa nas últimas semanas.
Por outro lado, a Confederação Africana de Futebol (CAF) expressou “apoio unânime” a Infantino no início deste mês.
“O presidente Gianni Infantino mudou o futebol”, disse Eto’o, fazendo um apelo aos demais países africanos para que apoiem o dirigente ítalo-suíço.
“Ele deu oportunidades a nações que antes não as tinham para participar do principal torneio, a Copa do Mundo.
Permitiu que as nações menores conseguissem vagas nessas competições”, explicou o camaronês.
“Ele ajudou o nosso continente.
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