Arquivo secreto dos EUA de 1952 revela que OVNIs monitoraram instalações de armas nucleares e radares detectaram velocidade de 5600 km/h
Os Estados Unidos divulgaram, nesta sexta-feira (18), mais documentos sobre OVNIs (Objeto Voador Não Identificado).
O material, que anteriormente era sigiloso, revela um áudio gravado de uma sessão em março de 1952 pelo capitão Edward J.
Ruppelt descrevendo que aproximadamente 160 casos de Fenômenos Anômalos Não Identificados (UAP, na sigla em inglês) permaneceram sem explicação, mesmo após análise técnica.
A maioria das aparições citadas foi concentradas em coordenadas geográficas nas proximidades de instalações de segurança nacional dos Estados Unidos, incluindo os Laboratórios Nacionais de Los Alamos, Albuquerque e Oak Ridge, que lidavam com armamento nuclear .
Outra característica apresentada são voos silenciosos de objetos e detecções de radar indicando velocidades superiores a 5.600 km/h, mas que não foram confirmadas.
O documento confirma que a Força Aérea não encontrou evidência conclusiva sobre a origem dos fenômenos.
Leia Mais OVNI surpreendeu militares dos EUA após ser visto em velocidade intrigante EUA registraram OVNI enquanto monitoravam embarcação no Oriente Médio Militares dos EUA filmaram OVNI em forma de estrela em 2025; assista Brasil é um dos países signatários do programa Artemis II, da Nasa | CNN PRIME TIME Durante a gravação, o militar destaca a necessidade de um esforço para melhorar a coleta de dados e avaliar os avistamentos .A iniciativa de revelar esse material à população foi tomada pelo presidente Donald Trump no ínicio de 2026. • Imagem gerada por IA/Google Ruppelt foi líder do Projeto Grudge, que posteriormente passou a se chamar ‘Projeto Livro Azul’ e durou até 1969.
Trocar imagem Trocar imagem 1 de 10 O governo dos Estados Unidos divulgou nesta sexta-feira (10) um vídeo que mostra um fenômeno anômalo não identificado (UAP, na sigla em inglês) registrado por militares americanos em 2025 • Departamento de Guerra dos EUA Trocar imagem Trocar imagem 2 de 10 O sensor amplia a imagem novamente.
A área de contraste aparece como uma "linha" composta por várias áreas de contraste, movendo-se pelo campo de visão do sensor, do canto inferior direito para o canto superior esquerdo.
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