MP protocola impugnação das candidaturas de Jamilson Name e Jerson Domingos em MS
Jamilson Name e Jerson Domingos, da esquerda para a direita.
Alems O Ministério Público Eleitoral pediu a impugnação das candidaturas de Jamilson Name (PP) e Jerson Domingos (União) ao cargo de deputado estadual em Mato Grosso do Sul.
O prazo para julgamento dos registros de candidatura termina em 14 de setembro.
Em nota, a defesa de Jamilson afirmou que a impugnação é baseada em um enquadramento que não se aplica ao caso e o candidato não está inelegível porque ainda não há condenação colegiada contra ele.
Afirmou ainda, que apresentará contestação para demonstrar a ausência de relação entre o processo de Jamilson e os casos citados pela Procuradoria. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp A defesa de Jerson Domingos afirmou que ele não tem condenação criminal que o torne inelegível e que vai apresentar documentos para contestar a impugnação.
O advogado disse ainda confiar que a Justiça Eleitoral vai rejeitar o pedido e manter a candidatura.
Veja as notas na íntegra ao final da reportagem.
Agora no g1 Jamilson é citado em processo da Operação Omertà Conforme o documento, o procurador regional eleitoral, Silvio Pettengill Neto, afirma que Jamilson é réu em um processo relacionado à Operação Omertà, conduzida pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS).
Segundo a Procuradoria, ele responde por crimes como organização criminosa, exploração ilegal de jogos de azar e lavagem de dinheiro.
Ainda conforme o documento, após a prisão do pai, Jamil Name, e do irmão, Jamil Name Filho, Jamilson teria ganhado espaço no grupo investigado e passado a exercer, segundo a acusação, maior liderança na exploração ilegal do jogo do bicho.
Com base nos desdobramentos da Operação Omertà, o Ministério Público Eleitoral pede que seja reconhecida a inelegibilidade de Jamilson.
O documento também cita uma condenação de Jamilson na sexta fase da operação.
Segundo a Procuradoria, ele foi condenado a oito anos de prisão e 26 dias-multa por integrar organização criminosa armada.
A sentença ainda é alvo de recurso.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mato Grosso do Sul.