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Justiça cancela dívida de R$ 23 mil de cliente de banco que foi vítima do golpe do falso gerente com 'spoofing' no ES

G1 Espírito Santo ·
Justiça cancela dívida de R$ 23 mil de cliente de banco que foi vítima do golpe do falso gerente com 'spoofing' no ES

Tribunal de Justiça do Espírito Santo Reprodução/TJES A Justiça condenou um banco a cancelar uma dívida de R$ 23 mil de uma cliente que afirmou ter sido vítima de um golpe do falso gerente em Vila Velha, na Grande Vitória.

No processo, a mulher relatou que o criminoso mascarou o número telefone e exibiu a identificação oficial do banco — técnica conhecida como spoofing (leia mais abaixo). 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 ES no WhatsApp A decisão é do 5º Juizado Especial Cível de Vila Velha.

Apesar de declarar a inexistência da dívida, o magistrado negou o pedido de indenização por danos morais e de restituição em dobro para a vítima.

Como foi o golpe O caso aconteceu em março deste ano, quando a vítima recebeu uma ligação de um homem que afirmou ser o seu gerente do banco.

Em seu relato, a mulher afirmou que o golpista sabia seu nome e também o do funcionário, além de outras informações sigilosas.

Ainda segundo a vítima, ela foi manipulada psicologicamente e induzida a realizar procedimentos de segurança para autorizar a criação de um novo cartão virtual, que foi usado para aprovar uma compra fraudulenta no valor de R$ 23 mil em favor de um terceiro, que ela não conhecia.

Agora no g1 Golpista usou técnica de 'spoofing' O processo informou que o golpista usou 'spoofing numérico' para enganar a vítima.

A técnica, de tecnologia sofisticada, é utilizada para mascarar o número de telefone de origem de uma chamada, permitindo que o criminoso altere a identidade que aparece na tela de quem está recebendo a ligação.

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No caso que tramitou na Justiça do Espírito Santo, o criminoso utilizou essa ferramenta para fazer com que a identificação oficial do banco aparecesse diretamente no visor do celular da cliente.

Ao atender, a vítima foi abordada pelo fraudador, que se identificou falsamente com o nome do gerente real da conta dela.

O que disse a empresa No processo, a empresa alegou que não seria responsável pelo ocorrido, já que a própria cliente teria fornecido suas senhas e autorizado a transação.

Os argumentos, no entanto, foram rejeitados pela Justiça, que cancelou a dívida de R$ 23 mil e quaisquer outros encargos, juros ou multas decorrentes do débito.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Espírito Santo.

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