Verum lança SEE como “obra de arte” e novo marco arquitetônico em Campo Grande
Foi lançado nesta terça-feira (18), em Campo Grande, o SEE, empreendimento da Verum Incorporadora que chega ao mercado com a proposta de ser mais do que um edifício residencial de alto padrão: uma “obra de arte em formato de moradia” e um novo marco arquitetônico para a cidade.
O coquetel de lançamento foi realizado na Galeria de Arte Mara Dolzan, na Chácara Cachoeira, em um ambiente escolhido justamente para traduzir o conceito que acompanha o projeto desde sua concepção.
O evento reuniu diretores da incorporadora, profissionais envolvidos no desenvolvimento do empreendimento, imobiliárias, corretores, clientes e convidados.
Os sócios-diretores Diego Lacerda e Leandro Barros participaram da apresentação, ao lado da arquiteta Carolina Corrêa, da OSPA Arquitetura e Urbanismo, e do coordenador comercial Otávio Barrinha.
A noite também contou com música de Renata Sena.
A relação com a arte apresentada durante o lançamento não ficará restrita ao evento.
Segundo Diego Lacerda, a parceria com a galeria continuará depois da entrega do empreendimento, prevista para março de 2028, com obras de arte sendo expostas sazonalmente nas áreas comuns do edifício.
“Quisemos trazer para a cidade um empreendimento pensado para ser marco arquitetônico em Campo Grande.
Queremos que seja um prédio que desperte a curiosidade das pessoas, que elas tenham vontade de passar em frente para conhecer e observar”, afirmou Diego.
A ideia de transformar o edifício em um elemento de contemplação urbana orientou desde a escolha da volumetria até a relação entre os apartamentos, a paisagem e quem observa o prédio da rua.
Um dos pontos centrais do projeto são os terraços escalonados, que modificam a percepção tradicional das varandas de apartamentos e permitem maior abertura para o céu e para a paisagem de Campo Grande.
O conceito se desenvolve a partir de diferentes perspectivas: o morador olhando para o céu a partir dos terraços; o morador olhando para a cidade por meio das grandes esquadrias de piso a teto distribuídas pelo perímetro das unidades; e a própria cidade olhando para o edifício, cuja arquitetura foi pensada para chamar a atenção também de quem passa pela região.
Para a arquiteta Carolina Corrêa, o projeto permitiu explorar justamente essa força da forma arquitetônica.
“O SEE foi um projeto que nos permitiu explorar a forma arquitetônica e criar uma experiência muito particular para os futuros moradores.
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