Campanha de Lula define estratégia para tentar atrair voto evangélico
A campanha à reeleição do presidente Lula quer atrair o voto evangélico sem precisar disputar o debate sobre pautas ideológicas com o bolsonarismo.
A estratégia, segundo aliados do petista, é tentar atrair esse eleitorado por meio do debate sobre políticas das áreas social e econômica .
Segundo integrantes da campanha de Lula, o diálogo com o eleitor evangélico terá como foco as medidas voltadas à proteção das famílias implementadas durante o terceiro mandato de Lula.
A ideia é também destacar a melhora de indicadores econômicos , como a taxa de desemprego .
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1 de 3 Lula durante ato antes das eleições Ricardo Stuckert 2 de 3 Benedita da Silva, candidata ao Senado pelo PT Kebec Nogueira / Metrópoles 3 de 3 Ato da campanha de Lula no Rio de Janeiro Uma das bandeiras que deverá ser explorada é o fim da escala 6×1.
O PT defende a redução da jornada de trabalho e pretende destacar, sobretudo, o impacto da medida na rotina das mulheres, sob o argumento de que a mudança permitiria mais tempo das trabalhadoras para a família.
A estratégia também prevê que as ações direcionadas aos evangélicos sejam realizadas fora dos templos.
Coordenador nacional do Setorial Inter-religioso do PT, Gutierres Barbosa afirmou à coluna que a orientação é preservar as igrejas do debate político-eleitoral.
“As igrejas são espaços sagrados, onde a política não pode entrar e devemos respeitar.
O presidente Lula tem essa preocupação de manter o debate fora das igrejas”, disse Barbosa.
Com esse objetivo, a campanha do petista lançou, na segunda-feira (24/8), o comitê popular Evangélicas e Evangélicos com Lula.
O grupo reúne militantes do PT e siglas aliadas, movimentos sociais, organizações e lideranças religiosas para discutir o Brasil.
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