sábado, 15 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Últimas

Juçara vale mais em pé: fruto transforma realidade e gera renda no Vale do Ribeira

G1 ·
Juçara vale mais em pé: fruto transforma realidade e gera renda no Vale do Ribeira

Uma palmeira que no passado era derrubada para a retirada de pouco mais de meio quilo de palmito hoje permanece em pé, produz frutos, gera renda para famílias e ainda contribui para a recuperação da Mata Atlântica.

A mudança aconteceu em comunidades de Sete Barras, no Vale do Ribeira, região que abriga cerca de 2 milhões de hectares de Mata Atlântica preservada.

Um dos símbolos dessa transformação é a palmeira juçara, espécie típica do bioma. 📱 Acompanhe o Terra da Gente também no Instagram Durante décadas, o principal interesse econômico pela juçara esteve no palmito localizado na extremidade da palmeira.

O problema é que a retirada exige o corte da planta.

Um exemplar com cerca de dez anos pode fornecer entre 500 e 700 gramas de palmito.

A exploração do palmito nativo quase levou a juçara à extinção.

Com mudanças na legislação ambiental e a proibição do corte na década de 1990, comunidades que dependiam da atividade precisaram buscar novas alternativas de renda.

Foi nesse cenário que moradores da comunidade do Guapiruvu começaram a mudar a relação entre produção agrícola e conservação ambiental.

Gilberto Ohta, produtor rural da região, cultivava principalmente banana e utilizava produtos químicos e agrotóxicos.

Ao lado de Geraldo Xavier de Oliveira, outro morador da comunidade, ele esteve entre os pioneiros na adoção do conceito de agrofloresta no Guapiruvu.

Gilberto trocou o corte pela preservação da Juçara Reprodução / EPTV Veja mais notícias do Terra da Gente, no g1: IMPORVÁVEL: Possível caso de águia híbrida atrai olhares e é acompanhado de perto no MS SOLUÇÃO: Mais de 17 mil travessias de animais são registradas em pontes sobre cidade do MT RARIDADE: Raro sapo azul da Amazônia vira objeto de desejo e está na rota do tráfico internacional A comunidade também passou a desenvolver um planejamento estratégico baseado na Agenda 21, plano de ação para o desenvolvimento sustentável estabelecido durante a Eco-92, realizada pela Organização das Nações Unidas no Rio de Janeiro.

Segundo Geraldo, naquele período a exploração dos recursos naturais era intensa e envolvia, além das plantações de banana e gengibre, atividades como produção de carvão, retirada de madeira e extração de palmito.

“Chegamos numa hora de fazer a reflexão.

A reflexão sai a partir desse plano estratégico.

Ler a notícia completa no G1 ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

Mais de G1

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›