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Conheça cidade da Serra Gaúcha com 3,6 mil habitantes escolhida para representar o Brasil em seleção da ONU de vilas turísticas

G1 ·
Conheça cidade da Serra Gaúcha com 3,6 mil habitantes escolhida para representar o Brasil em seleção da ONU de vilas turísticas

Vila Flores é escolhida para representar o Brasil em seleção da ONU de vilas turísticas O que faz uma pequena cidade despertar o interesse do mundo inteiro? Em Vila Flores, na Serra Gaúcha, a resposta parece estar nas coisas mais simples: na fé herdada de geração em geração, no pão assado diariamente em um casarão centenário, no vinho produzido conforme tradições antigas e no espírito comunitário que transforma visitantes em convidados para uma grande celebração coletiva.

Com pouco mais de 3,6 mil moradores, o município foi escolhido para representar o Brasil em uma iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) que reconhece vilas e pequenas cidades que se destacam por conciliar turismo, identidade cultural, inclusão social e sustentabilidade. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Localizada entre Veranópolis e Nova Prata, a cidade reúne uma série de características que ajudam a explicar por que chamou a atenção na seleção.

Quem percorre as estradas do interior encontra capelas centenárias, construções históricas, tradições italianas mantidas vivas pelos moradores e uma rotina que parece resistir ao ritmo acelerado dos grandes centros.

"A tranquilidade, o próprio ar, as pessoas.

Todo mundo se conhece.

É um bom-dia, uma boa-tarde, como vai?", resume a artista Benedita Zandoná Ceccato.

Fé presente em cada canto Vila Flores, na Serra do RS Reprodução/ RBS TV Grande parte da história de Vila Flores pode ser contada a partir da religiosidade de seus moradores.

No interior do município, uma das marcas dessa devoção é a Capela São Jorge.

Erguida há 131 anos por imigrantes, a construção nasceu de uma promessa feita em meio às dificuldades enfrentadas pelos primeiros moradores da região, que sofreram com vendavais e uma infestação de gafanhotos.

Feita de pedra e barro, a capela segue preservada e se tornou um dos símbolos da comunidade.

A poucos quilômetros dali, outra história ajuda a ilustrar a importância da espiritualidade para os moradores.

Aos 81 anos, Glória Zancanaro mantém o hábito diário de rezar no Santuário Divino Pai Eterno.

Mais do que frequentadora, ela foi a idealizadora do espaço e também responsável por viabilizar sua construção.

Segundo Glória, a fé faz parte da sua trajetória desde a infância.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

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