Festa do Peão de Barretos: relembre todos os Embaixadores do rodeio
A Festa do Peão de Barretos celebra anualmente a cultura caipira e a música sertaneja no interior de São Paulo.
Desde 2010, a organização homenageia um representante — o Embaixador — destacando um nome importante do circuito cultural.
O posto começou com Luan Santana, passando por artistas como Cristiano Araújo, Henrique & Juliano, Simone & Simaria, Cesar Menotti & Fabiano e Ana Castela .
O recordista se estabeleceu em 2026, com a escolha de Gusttavo Lima para representar a festa pela terceira vez.
Leia mais Retorno de Gusttavo Lima a Barretos foi um “namoro longo”, diz diretor Embaixador Gusttavo Lima retorna a Barretos após 3 anos; entenda ausência Qual a importância da Festa do Peão de Barretos? Artistas respondem Veja quais artistas foram embaixadores da Festa do Peão de Barretos Luan Santana (2010) Com apenas 19 anos, o cantor, que havia acabado de ganhar destaque com a música “Meteoro”, recebeu o título de primeiro embaixador da Festa do Peão de Barretos.
Luan revelou em entrevista ao podcast Flow, em 2021, que sua história com o festival começou em 2009, quando se apresentou sem nenhum tipo de remuneração no palco alternativo.
Apenas um ano depois, foi convidado para representar a festa e reuniu cerca de 200 mil pessoas em seu show — recorde da festa até o momento.
Jorge & Mateus (2011) Batendo o recorde de público junto com Luan Santana no dia do festival em 2010, no ano seguinte a dupla conquistou o reconhecimento de embaixadores da festa.
O recebimento do diploma oficial do posto aconteceu na época de sucesso das músicas “Aí Já Era”, “Pode Chorar”, “Voa Beija-Flor” e “Amo Noite e Dia”.
Fernando & Sorocaba (2012) A dupla, criada em 2007, foi escolhida para o posto de embaixadora da Festa do Peão de Barretos no ano dos hits “É Tenso” e “As Mina Pira”.
Antes, a dupla já tinha emplacado sucessos como “Paga Pau”, “A Casa Caiu” e “Madri”.
Bruno & Marrone e Chitãozinho & Xororó (2013) Naquele ano, os cantores selecionados como embaixadores se uniram para fazer um show em conjunto.
Xororó comentou no palco sobre a evolução do sertanejo: “Quando a gente começou a carreira lá pelos anos 1970, a música era caipira, depois virou sertanejo, e hoje tem o universitário.
Mas sempre tivemos a preocupação de manter a originalidade com o som da viola e da sanfona.
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