Quem é Da Cunha, delegado famoso nas redes e demitido por Tarcísio
Carlos Alberto da Cunha ( imagem em destaque ) construiu a própria projeção pública justamente no cargo do qual agora foi demitido.
Conhecido nacionalmente como Delegado Da Cunha , o deputado federal ganhou fama ao publicar vídeos de operações policiais nas redes sociais, antes de ser eleito para a Câmara dos Deputados em 2022.
Nesta quinta-feira (3/9), como mostrou em primeira mão a coluna, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) determinou sua demissão da Polícia Civil a bem do serviço público.
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1 de 13 O deputado Delegado Da Cunha, do PP de São Paulo Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados 2 de 13 Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados 3 de 13 Irmão do deputado oposicionista Delegado da Cunha, Claudio Randriney da Cunha foi nomeado no Porto de Santos Reprodução 4 de 13 O deputado Delegado Da Cunha, do PP de São Paulo Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados 5 de 13 Delegado Da Cunha Reprodução/Instagram 6 de 13 Delegado já foi afastado das ruas por ter chamado policiais de "ratos" Reprodução/Instagram 7 de 13 Da Cunha alega que há ciúme em relação ao seu sucesso na corporação Reprodução/Instagram 8 de 13 O deputado federal Delegado da Cunha em vídeo publicado na internet Reprodução/Instagram 9 de 13 Sucesso no YouTube, delegado Da Cunha têm mais de 3 milhões de seguidores Reprodução/Instagram 10 de 13 O pré-candidato a deputado federal Delegado da Cunha foi alvo de uma representação do MPE por ter pedido votos em um vídeo publicado no YouTube.
Reprodução/Instagram 11 de 13 O Delegado da Cunha é pré-candidato a deputado federal, e fez fama no YouTube publicando vídeos de operações policiais.
Ele chegou a ser alvo da Corregedoria por usar a Polícia Civil para autopromoção.
Reprodução/Instagram 12 de 13 Carlos Alberto da Cunha tem de 43 anos, Reprodução/Instagram 13 de 13 Deputado Delegado Da Cunha Reprodução/Instagram Fama diante das câmeras A exposição de operações transformou Da Cunha em uma celebridade digital, com quase dois milhões de seguidores, mas também passou a ser questionada internamente.
Em 2020, ele foi acusado de obrigar a vítima de um sequestro e um criminoso a voltarem a um cativeiro já desativado para que a ocorrência fosse reencenada diante das câmeras.
O delegado admitiu ter realizado uma reprodução da ação.
O processo judicial relacionado ao episódio foi arquivado em 2024.
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