Caiado: “Brasil tem estrutura para combater e libertar população do narcotráfico”
O candidato à presidência, Ronaldo Caiado (PSD), disse que, caso eleito, irá encaminhar proposta para qualificar as facções criminosas como terroristas.
A fala ocorreu durante coletiva de imprensa realizada neste domingo, na Avenida Paulista.
“A decisão brasileira não depende de decisão de europeu e nem de americano.
Ela é uma decisão nossa.
E eu sei tratar, sei coibir e sei punir bandidos”, declarou ao ser questionado sobre sua posição em relação à decisão do governo americano de enquadrar as facções brasileiras no quadro de terrorismo.
O candidato defendeu que o Brasil tem estrutura para combater e “libertar” a população brasileira do narcotráfico.
“Basta que o presidente não seja conivente como é o governo do PT com o narcotráfico”, afirmou.
Em ato de campanha, Caiado falou com apoiadores que se aglomeraram com bandeiras de candidaturas do PSD no Conjunto Nacional e comprou um tênis na Galeria Magalu, onde gravou um vídeo direcionado à empresária Luiza Trajano.
Caiado (PSD) também voltou a defender que, se eleito, apresentará uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para limitar os gastos do governo a até 50% do crescimento do PIB.
Em coletiva de imprensa realizada neste domingo, na Avenida Paulista, o presidenciável falou sobre medidas econômicas.
Perguntado sobre a taxa de juros, Caiado disse que, em um eventual governo, a Selic chegaria a 7%, o que, segundo ele, daria condições para os segmentos produtivos serem competitivos com outros, mundo afora.
Leia também Renan Santos pede a apoiadores em SC que virem votos Em comício em Balneário Camboriú, ele defendeu que cada apoiador deveria entregar 30 multiplicadores de votos, convencendo “pessoas iludidas e enganadas com mentiras” “O Banco Central regula o juro de acordo com o gasto do governo.
Ele é consequência, não é a causa.
Se o governo gasta irresponsavelmente, o Banco Central aumenta para que a inflação não seja galopante”, afirmou, voltando a defender medidas “austeras”.
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