domingo, 30 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Aliados de Flávio têm vantagem sobre lulistas nos maiores estados e DF George Saunders tenta descobrir o que pensaria um bilionário diante da morte Bilionário Peter Thiel entra na mira da oposição argentina em reação a Milei Acordo de petróleo com os EUA é denunciado por ambos os lados da política venezuelana Parceria petrolífera de Trump na Venezuela depende de empresário controverso Tirar gordura do corpo e colocar no rosto pode rejuvenescer? Veja riscos e benefícios do nanofat Hospital em São Paulo usa afeto e diversão para aliviar tratamento de câncer infantil Política virou refém da realidade distorcida das redes sociais Ataque a tiros mata um e fere cinco em festa rave na Suíça, diz polícia China identifica origem de 261 estrangeiros desaparecidos no Tibete Aliados de Flávio têm vantagem sobre lulistas nos maiores estados e DF George Saunders tenta descobrir o que pensaria um bilionário diante da morte Bilionário Peter Thiel entra na mira da oposição argentina em reação a Milei Acordo de petróleo com os EUA é denunciado por ambos os lados da política venezuelana Parceria petrolífera de Trump na Venezuela depende de empresário controverso Tirar gordura do corpo e colocar no rosto pode rejuvenescer? Veja riscos e benefícios do nanofat Hospital em São Paulo usa afeto e diversão para aliviar tratamento de câncer infantil Política virou refém da realidade distorcida das redes sociais Ataque a tiros mata um e fere cinco em festa rave na Suíça, diz polícia China identifica origem de 261 estrangeiros desaparecidos no Tibete
Últimas

Dor pós-COVID: estudo explica os mecanismos ligados à sequela, que afeta até 40% das pessoas que têm a doença

G1 ·
Dor pós-COVID: estudo explica os mecanismos ligados à sequela, que afeta até 40% das pessoas que têm a doença

Experimentos com camundongos mostram como a proteína Spike pode desencadear uma resposta imunológica capaz de manter a sensibilidade à dor mesmo após o fim da resposta inflamatória.

Pexels Durante a segunda onda de COVID-19 no Brasil, minha colega (e coautora deste texto), Giselle Passos, contraiu a doença.

Mesmo após se recuperar da fase aguda da infecção, alguns sintomas permaneceram.

Entre eles, dores que ela não sentia antes da COVID-19, incluindo muscular e no nervo ciático, que exigiram tratamento com medicamentos e fisioterapia.

Giselle e eu somos professores e pesquisadores da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Dividimos um laboratório onde estudamos, entre outros temas, os mecanismos envolvidos na dor.

Por isso, a experiência vivida por ela despertou uma pergunta que, naquele momento, começava a ganhar cada vez mais importância: Por que algumas pessoas continuam sentindo dor mesmo após se recuperarem da COVID-19? Na mesma época, estudos realizados em nosso laboratório já mostravam que a proteína Spike, presente na superfície do vírus SARS-CoV-2, era capaz de provocar, em animais, déficits cognitivos semelhantes aos observados em alguns pacientes com COVID longa.

Essa descoberta nos levou a pensar que a Spike também poderia estar envolvida em outro sintoma persistente da doença: a dor.

A dor persistente é um dos sintomas comuns relatados por pessoas com COVID longa.

Estudos indicam que, durante a fase aguda da infecção, 15% a 20% dos pacientes apresentam dores musculares.

Depois da recuperação, até 40% permanecem com dores persistentes por meses.

Mas como e por que isso acontece? Essa pergunta motivou nossa pesquisa.

Em um estudo com camundongos, investigamos se a proteína Spike do SARS-CoV-2 poderia, por si só, desencadear mecanismos capazes de manter a dor, mesmo após o desaparecimento da inflamação inicial.

O trabalho acaba de ser publicado na revista Brain, Behavior, and Immunity e recebeu apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ) e outras agências de fomento.

Ler a notícia completa no G1 ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

Mais de G1

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›