Flávio aponta “censura” em decisão sobre Renan: “Não pode ser banalizada”
O candidato À Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) criticou, nesta segunda-feira (31/8), a decisão do ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que determinou a suspensão da campanha eleitoral de Renan Santos , candidato do Missão à Presidência da República.
Em publicação na rede social X, Flávio afirmou esperar que Renan consiga restabelecer a candidatura.
“Espero que o candidato Renan Santos restabeleça sua candidatura”, escreveu.
Na sequência, o senador relacionou a decisão ao bloqueio das redes sociais do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
“O Presidente @jairbolsonaro está com suas redes sociais bloqueadas há mais de um ano e a censura não pode mais ser banalizada no Brasil!”, afirmou .
Espero que o candidato Renan Santos restabeleça sua candidatura.
O Presidente @jairbolsonaro está com suas redes sociais bloqueadas há mais de um ano e a censura não pode mais ser banalizada no Brasil! pic.twitter.com/7yTme3GNTB — Flávio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) August 31, 2026 Leia também Brasil Renan publica “último vídeo” após decisão de Toffoli que suspendeu campanha Demétrio Vecchioli Defesa de Renan rebate relação entre redes sociais e elegibilidade Andreza Matais Renan reage à decisão de Toffoli que suspendeu campanha: “Absurdo jurídico” Brasil “Censurado”: Renan troca foto nas redes sociais após decisão de Toffoli Suspensão da campanha de Renan Santos Ministro Dias Toffoli determinou a suspensão da campanha da chapa de Renan Santos.
Candidato teria usado perfil no Instagram que não foi informado à Justiça Eleitoral dentro do prazo.
Perfis usados na campanha precisam ser registrados na Justiça Eleitoral e só podem ser utilizados após 48 horas.
A medida vale para sites, blogs, redes sociais, aplicativos de mensagens e plataformas não informados à Justiça.
Toffoli também suspendeu os repasses do FEFC e os gastos com valores eventualmente já recebidos.
A chapa fica impedida de participar de debates em rádio, TV, podcasts e outros meios de comunicação.
Em 19 de agosto, Renan e o vice, Coronel Medina, enviaram ao TSE uma lista com 16 perfis de redes sociais.
Na decisão, Toffoli afirma que a obrigação de informar os perfis utilizados durante a campanha é necessária para garantir a isonomia entre os candidatos e permitir a fiscalização da Justiça Eleitoral .
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