“Prendeu, matou” dá o tom do 1º ato de Renan Santos em SP
O 1º ato do candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) foi marcado pela frase “ prendeu, matou ”.
O ato foi realizado neste domingo (16.ago.2026) no Largo São Francisco, no centro de São Paulo, e reuniu apoiadores do candidato.
O grito, repetido em diferentes momentos durante o evento, está associado à proposta de segurança pública defendida por Renan, que coloca o combate ao crime organizado como um dos pilares de sua candidatura.
A expressão representa a defesa de uma atuação policial mais dura contra integrantes de facções: a prisão nos casos em que houver rendição e o confronto quando houver resistência armada.
A segurança pública é um dos temas centrais do discurso do candidato do Missão.
Em uma das falas sobre segurança pública, Renan Santos exemplificou como seria a realidade do país caso fosse eleito: “ Já imaginaram o medo das lideranças do PCC e Comando Vermelho tentando fugir desesperadamente para Bolívia, Peru, para qualquer outra nação, sabendo que o destino deles é ser preso ou ser morto se ficarem no Brasil? ” Assista ao discurso completo de Renan (53min23s): A linguagem de guerra apareceu em diferentes momentos dos discursos.
Uma das frases repetidas durante o evento foi “ a voz de Deus não é a voz do povo.
A voz de Deus é a voz dos corajosos ”.
Tenente-coronel Aroldo Medina , candidato a vice na chapa de Renan, adotou discurso semelhante.
“ Eu não quero guerra contra o crime organizado.
Eles vão ter a oportunidade de se render.
Mas, se eles não fizerem isso… Senhores, serão rendidos em combate ”, declarou.
Houve vaias e críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Outros adversários também foram alvo, como Augusto Cury, Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD).
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