Polícia investiga origem de mais de R$ 2 milhões apreendidos em condomínio no Amapá
Polícia apura origem dos mais de R$ 2 milhões apreendidos em condomínio no Amapá A Polícia Civil investiga a origem de mais de R$ 2 milhões apreendidos em um condomínio no bairro do Marabaixo, Zona Oeste de Macapá, na sexta-feira (18).
Segundo a corporação, o dinheiro poderia ser usado para financiar campanha eleitoral no Amapá.
No local, foram encontradas anotações que reforçam a suspeita.
Na operação, Caio César Santos Pereira e Luís Felipe Amorim Pereira foram presos em flagrante e tiveram a prisão convertida em preventiva.
A polícia também bloqueou R$ 3 milhões e apreendeu dois veículos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp O g1 tentou localizar a defesa dos suspeitos, mas até a última a atualização desta matéria não teve retorno.
Os investigadores acreditam que o dinheiro seria fracionado e distribuído.
Essa é considerada a maior apreensão de dinheiro realizada no Estado.
“Monitoramos desde maio do ano passado, mas intensificamos no período eleitoral.
Há indícios de que o dinheiro seria usado para fins eleitorais.
Anotações apreendidas apontam nessa direção.
Agora aguardamos a análise dos dispositivos eletrônicos para confirmar”, disse o delegado Estefano Santos.
A investigação segue para descobrir a origem do dinheiro, o destino e quem mais estaria envolvido no esquema.
Investigação apreendeu mais de R$ 2 milhões em dinheiro vivo em condomínio da Zona Oeste, em Macapá Maria Clara Prudêncio/g1 LEIA MAIS: Eleições 2026: entenda regras sobre prisão de candidatos e eleitores no Amapá Prefeitura convoca 50 candidatos para prova física do concurso da Guarda Municipal de Macapá Entenda a operação A operação, chamada Testa de Ferro, apura um esquema de lavagem de dinheiro ligado a uma facção criminosa do Rio de Janeiro com atuação no Amapá.
A investigação começou em maio do ano passado.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Amapá.