Como o G4 transformou vendas em cultura
Podcast MVP | Arte: Startups No escritório do G4 , em São Paulo, o barulho de buzinas é constante.
Cada vez que um vendedor fecha um negócio, ele toca uma buzina — um símbolo que, segundo a CEO Maria Isabel Antonini, a Misa, virou parte da identidade da empresa.
“Se não tocar a buzina, aí tem alguma coisa errada”, brinca.
A executiva recebeu Gustavo Brigatto, fundador do Startups , para uma conversa na sede da empresa para a gravação do podcast MVP.
Ao longo do bate-papo, gravado em meio ao ruído da área comercial (hoje com mais de 130 pessoas), a executiva detalhou como o G4 construiu uma cultura de vendas agressiva sem, segundo ela, tornar o ambiente tóxico.
Ao longo do bate-papo, Misa também traçou os planos da empresa para os próximos anos, incluindo a nova frente de inteligência artificial da companhia, que a executiva espera que eleve o valuation do G4 para R$ 10 bilhões.
Da educação ao ecossistema Fundado em 2019, o G4 nasceu como uma escola de educação executiva voltada a pequenos e médios empresários.
Sete anos depois, a companhia passou por um rebranding e trocou o nome de “G4 Educação” para simplesmente “G4”, representando melhor a ideia um ecossistema com quatro frentes de negócio.
Além da vertical de educação, que segue puxando a maior parte da receita, o G4 mantém uma vertical de comunidades, segmentadas por faturamento dos empresários; um marketplace de produtos e serviços para essa base; e o G4OS, uma ferramenta própria de inteligência artificial lançada mais recentemente.
“A educação colocava o nosso teto no que a gente entrega de valor para o cliente, para a sociedade, até como posicionamento enquanto negócio”, explica Misa sobre a mudança de marca.
A meta de R$ 1 bilhão O G4 projeta faturamento de R$ 500 milhões em 2025, R$ 750 milhões em 2026 e R$ 1 bilhão em 2027.
Parte relevante desse crescimento, segundo Misa, deve vir do G4OS, uma plataforma que agrega diferentes modelos de IA (LLMs) e que, segundo ela, se diferencia por ter contexto sobre o negócio de cada empresário-cliente.
“O que a internet fez há dez anos foi descentralizar conhecimento.
Agora a inteligência artificial descentralizou a execução”, afirma a CEO, citando como exemplo interno a criação de dashboards e ferramentas de gestão internas do G4 feitas por funcionários sem formação técnica, usando o próprio G4OS combinado a plataformas de geração de código.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em startups.com.br — o conteúdo pertence a Startups.com.br.