Fiibo faz extensão do Seed e avança no varejo da saúde com B2C
Time da Fiibo, com o CEO Ítalo Martins no cento | Foto: Divulgação A Fiibo , de infraestrutura para o mercado de saúde, acaba de fechar uma extensão da sua rodada Seed, em um movimento de preparação da startup para levantar uma Série A no ano que vem.
O aporte foi liderado pela Vox Capital , por meio de seu fundo de co-investimento com o Hospital Israelita Albert Einstein , e pela Criabiz Ventures .
Também participaram a Headline e as gestoras IKJ Capital e 040 Ventures .
O valor da extensão não foi divulgado, mas complementa uma rodada Seed de R$ 17,5 milhões que a Fiibo havia levantado em 2023 com Headline e a Vox Capital , que agora aumentaram sua participação na empresa.
A nova rodada acontece em um momento de virada para a Fiibo , que se posiciona como uma healthfintech.
A empresa começou sua operação em 2022 focada em grandes empresas, expandiu para o segmento de players de menor porte, e agora anuncia sua chegada ao varejo da saúde, abrindo o marketplace para pessoas físicas e microempreendedores, por exemplo.
“Nosso site agora é um marketplace aberto.
Você tem acesso a tudo que é preço de plano de saúde, que era uma caixa de Pandora.
Você só conseguia falando com o corretor e tudo mais.
Então a gente fez o que a XP fez 20 anos atrás na área de investimentos”, afirma Ítalo Martins, founder e CEO da Fiibo , em entrevista ao Startups .
O modelo, segundo o executivo, não elimina o corretor.
A proposta é que ele entre na jornada como assessor quando o cliente precisar de orientação, da mesma forma que acontece com plataformas de investimentos.
Outro marco importante anunciado pela companhia foi o breakeven, que a Fiibo atingiu em julho deste ano.
A companhia chegou a 3.500 empresas atendidas e 200 mil vidas.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em startups.com.br — o conteúdo pertence a Startups.com.br.