Professor Robson defende “autodefesa das mulheres” contra agressões no DF
O candidato do PSTU ao Governo do Distrito Federal (GDF), Professor Robson, defendeu a organização da “autodefesa das mulheres” como parte das medidas de combate à violência de gênero.
A proposta foi apresentada durante atividade de campanha no Instituto Federal de Brasília (IFB) , na Asa Norte, ao lado do candidato a vice-governador, Guillen, e do candidato ao Senado Zanata.
Leia também Grande Angular Candidata à Presidência cobra Cármen Lúcia: “Se omite com as mulheres” Distrito Federal GDF cria canal de denúncias para mulheres das forças de segurança Brasil Maioria do eleitorado, mulheres são apenas 35% dos candidatos em 2026 “A proposta prevê o estímulo e o apoio do poder público à criação de comitês de autodefesa de mulheres em bairros, locais de trabalho e instituições de ensino.
Esses grupos teriam treinamentos específicos e equipamentos para proteção e resposta rápida a agressões”, explicou.
Rede de proteção Além da organização da autodefesa, em conversa com estudantes, professores e servidores do IFB, Professor Robson, defendeu a criação e ampliação de batalhões e patrulhas especializadas no atendimento a vítimas de violência doméstica e de gênero.
A proposta prevê profissionais capacitados especificamente para esse tipo de ocorrência.
O programa do PSTU também propõe a criação e o reaparelhamento de casas-abrigo descentralizadas em todas as Regiões Administrativas do DF.
A legenda defende ainda a destinação de recursos públicos para ampliar o atendimento psicológico, jurídico e social às vítimas.
Outro eixo apresentado pelo candidato é a independência econômica das mulheres.
A proposta inclui programas públicos de capacitação e garantias habitacionais para mulheres em situação de vulnerabilidade, com o objetivo de ampliar as condições para que elas rompam com situações de violência.
Professor Robson também criticou o governo federal.
Segundo ele, a legislação de proteção às mulheres não é suficiente sem recursos para colocar as medidas em prática.
“Não basta ter leis no papel se não há verba para executá-las.
O governo Lula não investe o suficiente para garantir que a Lei Maria da Penha seja aplicada de forma plena.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.