Suja e depredada: Ponte das Bandeiras enfrenta abandono 2 anos após obras
Rachaduras, pichações, sujeira e até a escadaria de uma das cabeceiras desmoronando.
Por dentro das estruturas, pessoas em situação de rua buscam abrigo em meio a fios soltos, móveis e entulho, com evidente risco de incêndio e morte.
A Ponte das Bandeiras está abandonada, pouco mais de dois anos após uma obra que custou R$ 68 milhões, segundo a própria Prefeitura de São Paulo .
Cruzando a marginal, a ponte é uma das principais ligações entre Santana e a região central de São Paulo , compondo o Corredor Norte-Sul, por onde milhares de veículos passam diariamente.
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1 de 18 Ponte das Bandeiras, em São Paulo William Cardoso/Metrópoles 2 de 18 Ponte das Bandeiras, em São Paulo William Cardoso/Metrópoles 3 de 18 Ponte das Bandeiras, em São Paulo William Cardoso/Metrópoles 4 de 18 Ponte das Bandeiras, em São Paulo William Cardoso/Metrópoles 5 de 18 Ponte das Bandeiras, em São Paulo William Cardoso/Metrópoles 6 de 18 Ponte das Bandeiras, em São Paulo William Cardoso/Metrópoles 7 de 18 Ponte das Bandeiras, em São Paulo William Cardoso/Metrópoles 8 de 18 Ponte das Bandeiras, em São Paulo William Cardoso/Metrópoles 9 de 18 Ponte das Bandeiras, em São Paulo William Cardoso/Metrópoles 10 de 18 Ponte das Bandeiras, em São Paulo William Cardoso/Metrópoles 11 de 18 Ponte das Bandeiras, em São Paulo William Cardoso/Metrópoles 12 de 18 Ponte das Bandeiras, em São Paulo William Cardoso/Metrópoles 13 de 18 Ponte das Bandeiras, em São Paulo William Cardoso/Metrópoles 14 de 18 Ponte das Bandeiras, em São Paulo William Cardoso/Metrópoles 15 de 18 Ponte das Bandeiras, em São Paulo William Cardoso/Metrópoles 16 de 18 Ponte das Bandeiras, em São Paulo William Cardoso/Metrópoles 17 de 18 Ponte das Bandeiras, em São Paulo William Cardoso/Metrópoles 18 de 18 Ponte das Bandeiras, em São Paulo William Cardoso/Metrópoles A situação atual não condiz com a relevância.
Uma das laterais da cabeceira na margem direita do rio tem sinais de desmoronamento.
A escadaria que dá acesso à pista expressa da marginal já pende em direção contrária à ponte.
No mesmo local, um tapume improvisado, apoiado na parede, não consegue esconder a entrada para o interior da ponte, onde há muita sujeira acumulada.
Uma espécie de calabouço, o lugar era ocupado no passado por dezenas de pessoas, que chegavam a pagar aluguel a usurpadores por cômodos improvisados, divididos com paredes de madeira e sobre estrados, como relatado à reportagem.
No lado oposto do rio, o “calabouço” persiste.
Buracos abertos na parede da pista sentido Ayrton Senna da marginal expõem a moradia precária de quem vive em situação de rua.
A base da torre também é ocupada, com fiação exposta para todo lado.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.