Influenciadora presa em operação contra golpes em MT divulgava casas de apostas e ostentava vida de luxo nas redes sociais
Influenciadora e mais 3 são presos em operação contra golpes online A influenciadora digital Aryadna Cristina, presa durante a segunda fase da Operação Rede Oculta, fez divulgação de casas de apostas online em seu perfil nas redes sociais menos de 24 horas antes de ser alvo da polícia.
A operação deflagrada nesta quinta-feira (29) investiga supostas fraudes eletrônicas e lavagem de dinheiro.
O g1 tenta localizar a defesa de Aryadna. 🔍Em setembro foi determinada a Medida Provisória (MP) nº 1.394 que proibiu a exploração, a oferta, a intermediação e a publicidade das apostas de quota fixa no Brasil.
A regra também vale para os jogos online e os chamados cassinos virtuais, como o Jogo do Tigrinho.
As publicações da influenciadora foram feitas nos stories, formato de conteúdo que fica disponível por 24 horas na rede social.
O perfil utilizado por Aryadna tem 7.690 seguidores e é identificado na biografia como uma conta reserva de outro perfil, que teria cerca de 58 mil seguidores.
Conforme a investigação, Aryadna também exibia nas redes sociais um padrão de vida incompatível com a renda, como viagens e objetos de alto valor. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp O namorado dela e outras duas pessoas também foram presas na operação.
Um quinto investigado ainda não havia sido localizado, segundo a Polícia Civil.
Os nomes dos demais alvos não foram divulgadas.
Ao todo, foram cumpridas 20 ordens judiciais contra cinco investigados em Cuiabá e Várzea Grande.
As medidas incluem mandados de prisão, de busca e apreensão e de sequestro de veículos.
A Justiça também autorizou a quebra do sigilo telemático dos aparelhos apreendidos, que serão submetidos à extração de dados.
Publicações de Aryadna Cristina nas redes sociais Reprodução Atuação do grupo De acordo com a investigação, as vítimas eram abordadas pela internet, em redes sociais e plataformas de compra e venda, por meio de falsos anúncios de veículos e golpes como os do falso parente e do falso funcionário de banco.
A polícia apurou que os valores transferidos via Pix eram divididos entre contas bancárias de terceiros, em quantias inferiores a R$ 10 mil, e depois concentrados em uma das pessoas investigadas, que redistribuía o dinheiro.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mato Grosso.