Fenômeno da literatura sul-coreana: conheça novo livro de Lee Sun-Young
Acaba de ser lançado no Brasil mais um livro da premiada escritora sul-coreana Lee Sun-Young.
“Miss Coreia: Serviço de Atendimento a Vidas Passadas”, da VR Editora traduzido diretamente do coreano por Ana Paula Souza.
O que uma pessoa precisa ouvir para mudar o rumo da própria vida? O passado pode mudar o futuro? Em meio a dúvidas sobre carreira, conflitos familiares, luto, dificuldades financeiras e arrependimentos, nem sempre as respostas estão no passado ou nas previsões sobre o futuro.
Às vezes, basta olhar para a própria história por outro ângulo e encontrar coragem para fazer escolhas diferentes.
É a partir dessa ideia que Lee Sun-Young conduz a ficção de cura Miss Coreia: Serviço de Atendimento a Vidas Passadas.
Nesta trama bem-humorada, a protagonista, Madame Ko, uma xamã e dona de uma lotérica que também funciona como casa de adivinhação, e Menininho, um homem grandalhão que incorpora o espírito de uma criança, recebem clientes em busca de respostas.
A dupla promete revelar quem cada pessoa foi em uma vida passada e oferece até um retoque gratuito quando a consulta apresenta erros.
Entre previsões improváveis, confusões históricas e caixinhas de achocolatado, os encontros ajudam os moradores do bairro de Unsu-dong a encarar questões que vão muito além do sobrenatural.
É o caso de Park Shin-hye, que abandona a faculdade de Administração Pública por não se identificar com o curso, mas teme decepcionar a mãe, que projetou nela as próprias expectativas.
Ao descobrir que teria sido um cabeleireiro na corte de Versalhes, a jovem começa a reconhecer a própria aptidão para trabalhar com as mãos e decide estudar beleza.
Já o médico Kang Su-hwan precisa rever a maneira como trata os pacientes, enquanto o senhor Kwak enfrenta culpa, luto e dificuldade de demonstrar afeto à família.
Em vez de esperar por coisas boas para poder sorrir, sorria primeiro: a felicidade viria depois. (Miss Coreia: Serviço de Atendimento a Vidas Passadas, p.
103) As histórias, que passam pelas feridas emocionais de cada personagem, convidam o leitor a refletir sobre expectativas, culpa, perdão, família e futuro, além de mostrar que esperar pela sorte não basta para transformar a realidade.
Yeong-hee, por exemplo, acredita não ter conquistado nada na vida, mas descobre que pode escrever a própria história sem se prender a um destino predeterminado.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bemparana.com.br — o conteúdo pertence a Bem Paraná.