Trump confirma troca de avião após ameaça do Irã e é acusado de usar passageiros como ‘isca’
Donald Trump confirmou, na terça-feira 11, ter trocado de avião secretamente devido a uma “ameaça” do Irã no início de julho, depois que o jornal americano The Washington Post revelou que o presidente dos Estados Unidos foi retirado às escondidas do Air Force One em um caminhão do serviço de bordo para deixar a Turquia após uma cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte ( Otan ).
O veículo informou na segunda-feira 10 que Trump saiu do avião presidencial pousado em Ancara no dia 8 de julho, enquanto sua equipe de segurança colocava em prática um plano para contornar uma suposta ameaça de assassinato.
“Queriam que eu pegasse outro voo, outro avião, com a mesma segurança, mas queriam que eu fizesse isso, então eu faço.
Eu faço o que eles mandam”, disse Trump a repórteres.
“Suponho que havia uma ameaça.
Na verdade, não perguntei muito”, acrescentou.
Passageiros ‘isca’ Enquanto o presidente americano era retirado discretamente pela porta lateral do avião, porém, mais de 100 assessores, autoridades e jornalistas continuaram a bordo e seguiram viagem para o Reino Unido, sem serem informados de que corriam risco de vida.
Veículos de comunicação que tinham funcionários a bordo criticaram o fato de eles terem servido de isca, enquanto outros se queixaram de mentira e falta de comunicação por parte da Casa Branca.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.