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Lula e Flávio Bolsonaro: o que muda para servidores e concursos públicos?

IstoÉ ·

O futuro dos concursos públicos e das carreiras do funcionalismo federal ganhou espaço na disputa presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

Com o segundo turno marcado para 25 de outubro, as campanhas apresentam propostas diferentes para a estrutura do governo, a gestão dos servidores e o controle das despesas públicas.

Flávio defende uma redução dos custos da máquina administrativa, com cortes de ministérios, cargos comissionados e benefícios considerados excessivos.

Lula, por sua vez, propõe manter a política de negociação com o funcionalismo, investir na qualificação dos servidores e dar continuidade ao modelo do Concurso Público Nacional Unificado (CNU).

Apesar das diferenças, os programas apresentados à Justiça Eleitoral não estabelecem um calendário completo de concursos nem detalham todas as mudanças que poderiam ser implementadas nas carreiras federais.

Flávio Bolsonaro propõe cortes na estrutura do governo O plano de governo de Flávio Bolsonaro tem como uma das principais diretrizes a redução das despesas administrativas.

A proposta, chamada pela campanha de “tesouraço”, prevê diminuir a estrutura do Executivo federal e buscar maior equilíbrio nas contas públicas.

Entre as medidas apresentadas estão a redução de pelo menos dez dos atuais 39 ministérios, a diminuição de cargos comissionados e o combate aos chamados supersalários e penduricalhos.

O candidato também defende a modernização da administração pública e a continuidade de uma reforma administrativa, mas não especifica quais alterações pretende fazer nas regras de estabilidade, progressão funcional ou contratação de servidores.

O programa também não estabelece uma proposta específica para acabar com concursos públicos.

Diante da repercussão do tema nas redes sociais, Flávio afirmou, em 7 de outubro, que não pretende extinguir os concursos e classificou como falsas as publicações que atribuíam essa intenção à sua candidatura.

No dia seguinte, Adolfo Sachsida, integrante da equipe econômica, declarou que o ajuste fiscal seria direcionado aos excessos de gastos do governo.

Sachsida também afirmou que Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Petrobras não seriam privatizados em um eventual governo do candidato.

Reforma administrativa e inteligência artificial entram no debate Integrantes da equipe econômica de Flávio Bolsonaro defendem mudanças mais amplas no funcionamento da administração pública.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em istoe.com.br — o conteúdo pertence a IstoÉ.

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