Circuit breaker: por que a Bolsa puxou o freio nesta segunda-feira?
Circuit breaker: por que a Bolsa puxou o freio nesta segunda-feira? O circuit breaker voltou a ser acionado na Bolsa brasileira nesta segunda-feira (26), após o Ibovespa registrar queda de 10% na abertura do pregão.
O mecanismo, que funciona como uma espécie de freio de emergência do mercado financeiro, interrompe temporariamente as negociações quando as ações enfrentam uma desvalorização acentuada.
A medida foi adotada pela B3 na primeira sessão após o segundo turno das eleições presidenciais de 2026.
Com a suspensão, as negociações ficaram paralisadas por 30 minutos, com retomada prevista em leilão entre 10h30 e 10h35.
A última vez que o mecanismo havia sido acionado foi em março de 2020, durante a crise provocada pela pandemia de Covid-19.
Mas o que faz a Bolsa interromper as negociações e por que essa pausa é necessária? O que é circuit breaker? O circuit breaker é um mecanismo de proteção utilizado pela B3 em momentos de forte queda do mercado.
Sua função é interromper temporariamente as negociações para que os investidores tenham tempo de avaliar o cenário antes de voltar a comprar ou vender ações.
Na prática, funciona como uma pausa em um mercado que está caindo rapidamente.
Em vez de permitir que as negociações continuem normalmente durante um movimento intenso de vendas, a Bolsa suspende as operações por um período determinado.
O objetivo não é impedir a queda das ações ou garantir que os preços se recuperem, mas reduzir o risco de movimentos desordenados em momentos de volatilidade.
O mecanismo acompanha a variação do Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, e pode ser acionado mais de uma vez durante o mesmo pregão.
Quando o circuit breaker é acionado? A B3 estabelece três níveis de interrupção, de acordo com a intensidade da queda do Ibovespa em relação ao fechamento do dia anterior.
Queda do Ibovespa Tempo de suspensão 10% 30 minutos 15% 1 hora 20% Período definido pela B3 O primeiro estágio é acionado quando o índice registra desvalorização de 10%.
Se, após a retomada, a queda chegar a 15%, as negociações são interrompidas novamente, desta vez por uma hora.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.suno.com.br — o conteúdo pertence a Suno Notícias.