Pacientes reclamam de superlotação no HR de Presidente Prudente e hospital fala em 'situação resolvida'
Ministério Público e HR de Prudente prestam esclarecimentos sobre macas nos corredores Depois que o Ministério Público (MP) constatou uma redução da superlotação de pacientes no Hospital Regional (HR) de Presidente Prudente (SP), novas reclamações apontam a presença de pacientes e macas nos corredores da unidade, que fala em “situação resolvida”.
A TV TEM recebeu, nesta semana, relatos e vídeos com queixas sobre a situação do HR.
As imagens mostram os corredores cheios.
Assista à reportagem acima. 📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp Apesar das reclamações, a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo afirma que o problema no hospital “está superado” e que não há mais casos assim no município.
O MP segue acompanhando a situação no HR.
Segundo a Promotoria, as macas registradas nos corredores seriam utilizadas para a realização de exames e que o problema, apesar da expansão de leitos na região, estaria relacionado ao fato de os prudentinos não desejarem ser deslocados para outras unidades.
De acordo com Renato Ferrari, diretor técnico do HR, o hospital vem realizando, em média, de cinco a seis transferências de pacientes por dia para outras unidades de saúde, considerando critérios como a complexidade do caso e o município de origem de cada atendido.
O diretor admite que a demanda por atendimentos ainda pode aumentar nos períodos do início da manhã e fim da tarde, gerando esperas por consultas e exames, mas disse que a situação de superlotação já foi resolvida.
Vídeos enviados à TV TEM mostram pacientes em macas nos corredores do HR TV TEM/Reprodução À TV TEM, o HR enviou imagens que mostram os corredores vazios e sem pacientes em macas no momento da gravação.
Mesmo negando a superlotação, Ferrari admite que o HR lida com questões relacionadas à demanda espontânea, quando pacientes procuram o hospital com sintomas leves em vez de buscar atendimento em unidades de Pronto Atendimento e Unidades Básicas de Saúde (UBS).
“O período diurno é um período em que todo o estabelecimento é sobrecarregado.
Você tem um pico de atendimentos e o hospital começa a destinar essas pessoas de forma a direcionar o atendimento, a solicitação de exames, a definição ou não de internação ou alta hospitalar.
Então, é notório que isso vai acontecer em períodos esporádicos em que o fluxo de atendimentos está sendo executado”, afirma o diretor do HR.
Ferrari explicou que um sistema foi desenvolvido para minimizar os impactos dessa demanda espontânea, mas frisou que também é importante que a população se conscientize.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.