Eleições 2026: os planos de Lula e Flávio Bolsonaro para IA, data centers e soberania digital
Tecnologia está entre os pilares dos planos de governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de Flávio Bolsonaro (PL).
Os dois disputam o segundo turno das eleições para a presidência da República em 2026.
A votação está agendada para 25 de outubro.
O Olhar Digital mergulhou novamente nas propostas dos candidatos, explorando três eixos: inteligência artificial (IA), data centers e soberania digital.
Além de organizar as propostas nesses temas, a reportagem pediu para três especialistas comentarem a respeito: José Batista Queiroz Filho: especialista em transformação digital e CEO e fundador da JBQ.Global; Lucas Reis: professor-doutor em Comunicação, pesquisador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Democracia Digital (INCT.DD) e empresário do setor de mídia e IA; Thiago Muniz: especialista em tecnologias emergentes, professor da FGV e CEO da Receita Previsível e B2B Stack.
Vamos às propostas dos candidatos.
Inteligência artificial (IA) Planos de governo convergem na importância da IA e divergem nas regras para o setor – Imagem: FOTOGRIN/Shutterstock Lula O plano de governo de Lula aborda a IA como política pública.
A intenção central é garantir que o Brasil desenvolva sua própria tecnologia, regule o setor para evitar abusos e proteja trabalhadores.
O documento também propõe usar a IA para modernizar o SUS e a indústria do país.
Regulação, transparência e proteção de direitos Criação do Centro Nacional de Transparência Algorítmica para informar regras utilizadas pelos robôs e algoritmos, permitindo rastreamento de conteúdos gerados por IA; Regulamentação da IA para proteger o trabalho de artistas, músicos, autores e criadores de conteúdo brasileiros.
A proposta defende que as plataformas paguem pelo uso de conteúdos nacionais no treinamento ou funcionamento de sistemas de IA; Integração da regulação da IA com a regulação de redes sociais para impedir a disseminação de notícias falsas e discursos de ódio; Atuação diplomática para que o Brasil ajude na criação de regras globais de IA baseadas na proteção de dados, na transferência de tecnologia e no respeito à soberania dos países.
Uso da IA na produtividade e em empresas Difusão de ferramentas de IA no agronegócio, na saúde, nos serviços financeiros, na economia popular e em pequenas empresas; Investimento em universidades, centros de pesquisa e empresas brasileiras que fabricam componentes de hardware e programas de software de alto desempenho.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em olhardigital.com.br — o conteúdo pertence a Olhar Digital.