Candidato ao governo de RO, Hildon Chaves (União) promete construir novo João Paulo II em dois anos e meio
Hildon Chaves (União), candidato ao governo, é entrevistado no JRO1 O candidato a governador de Rondônia Hildon Chaves (União Brasil) prometeu entregar um novo hospital João Paulo II, em Porto Velho, em até dois anos e meio.
A proposta foi apresentada durante entrevista realizada nesta terça-feira (15) no Jornal de Rondônia 1ª Edição (JRO1). (Assista à íntegra da entrevista acima) “Eu assumo, sim, o compromisso de entregar o novo João Paulo II.
Aliás, esse nome de Heuro está dando azar.
Ninguém conseguiu entregar esse tal de Heuro.
Então, não vai ser Heuro, vai ser novo João Paulo II e esta obra estará pronta em até dois anos e meio”, prometeu.
Questionado sobre a origem dos recursos para a obra, Hildon afirmou que não seria necessário dispor de verbas públicas de imediato.
Segundo ele, a proposta é adotar o modelo Build to Suit, no qual uma empresa privada fica responsável pela construção do empreendimento, enquanto o poder público paga pelo uso do espaço por meio de um contrato de aluguel de longo prazo.
“Os recursos serão diluídos ao longo de 30 anos.
Então, hoje nós estamos em um momento de um certo aperto financeiro aqui no estado, mas eu acredito que em 30 anos as coisas se organizam”, afirmou. ➡️ A Rede Amazônica realiza, ao longo desta semana, entrevistas com os quatro candidatos ao governo de Rondônia mais bem posicionados na pesquisa Quaest de 25 de agosto, que atingiram no mínimo 5% das intenções de voto.
As sabatinas são conduzidas pela apresentadora Beatriz Maciel.
Leia também: Marcos Rogério (PL) promete construir hospital de traumas com verba do Detran Saneamento básico O candidato Hildon Chaves foi prefeito de Porto Velho durante oito anos, por dois mandatos.
Durante sua gestão, o Instituto Trata Brasil considerou a capital rondoniense como o pior município em saneamento básico entre as 100 maiores cidades do país.
Questionado, o candidato se defendeu afirmando que buscou soluções para tratar do problema, mas ponderou que, durante sua gestão, foi aprovada uma lei na Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero) que tirou a responsabilidade da prefeitura e a transferiu para o estado.
“São vários os motivos, eu não vou entrar em detalhes, mas o fato é que nós fomos retirados por uma decisão governamental deste projeto”, disse.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Rondônia.