terça-feira, 1 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Como ficam as aplicações do mercado após fechamento dos negócios em agosto Leandro Vilain vai suceder Isaac Sidney na presidência da Febraban Orçamento de 2027 prevê superávit de R$ 18,6 bi e mínimo de R$ 1.741 Paranapanema registra prejuízo líquido ajustado de R$ 63,8 milhões no segundo trimestre Ações da Casas Bahia disparam 65% e voltam a preço pré-recuperação Lupatech registra Ebitda ajustado negativo de R$ 1,6 milhão no segundo trimestre PIB do 2º trimestre vai confirmar desaceleração econômica do Brasil Comissão adia para amanhã análise sobre MP da taxa das blusinhas Dólar recua a R$ 5,18, mas fecha agosto em alta; Ibovespa avança 'Rei do ovo': quem é o empresário que está no top 10 dos mais ricos do país Como ficam as aplicações do mercado após fechamento dos negócios em agosto Leandro Vilain vai suceder Isaac Sidney na presidência da Febraban Orçamento de 2027 prevê superávit de R$ 18,6 bi e mínimo de R$ 1.741 Paranapanema registra prejuízo líquido ajustado de R$ 63,8 milhões no segundo trimestre Ações da Casas Bahia disparam 65% e voltam a preço pré-recuperação Lupatech registra Ebitda ajustado negativo de R$ 1,6 milhão no segundo trimestre PIB do 2º trimestre vai confirmar desaceleração econômica do Brasil Comissão adia para amanhã análise sobre MP da taxa das blusinhas Dólar recua a R$ 5,18, mas fecha agosto em alta; Ibovespa avança 'Rei do ovo': quem é o empresário que está no top 10 dos mais ricos do país
Brasil

O desafio estratégico que a indústria de rochas tem pela frente

A Gazeta (ES) ·
O desafio estratégico que a indústria de rochas tem pela frente

A indústria brasileira de rochas, fortemente concentrada no Espírito Santo, tem um desafio e tanto pela frente.

As tarifas impostas pelos Estados Unidos, os maiores compradores do mundo, praticamente inviabilizam a exportação de produtos como granitos e mármores.

Hoje, para entrar no maior mercado do planeta, as taxas pagas chegam a superar os 40%.

Claro que nem todas as variedades foram atingidas e que há negociações em curso, mas, com este cenário, está colocado um desafio que é estratégico para um dos mais relevantes segmentos da indústria capixaba, principalmente a do Sul do Estado.

Este foi um dos grandes temas debatidos na Cachoeiro Stone Fair, feira realizada na semana que passou, em Cachoeiro de Itapemirim.

O setor comercializa algo perto de R$ 16 bilhões por ano.

Pelas contas do Centrorochas, entidade que representa os exportadores, 60% disso é mercado nacional e 40% é mercado internacional.

Os Estados Unidos são os grandes compradores da produção brasileira.

No ano passado, sozinhos, compraram US$ 795 milhões (R$ 4,05 bi a preço de hoje), ou seja, respondem por cerca de 25% do mercado.

Portanto, uma barreira forte de entrada por lá impacta muita coisa por aqui.

Enquanto as negociações acontecem em Washington, várias saídas estão sendo estudadas e tentadas.

A primeira delas é encontrar novos mercados lá fora.

É óbvio, mas não é tão simples quanto parece.

Os Estados Unidos, além de quase não produzirem pedra para uso como bancada e revestimento, que é o forte do produto brasileiro, possuem um mercado enorme e de muito valor agregado.

Ler a notícia completa no A Gazeta (ES) ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.agazeta.com.br — o conteúdo pertence a A Gazeta (ES).

Mais de A Gazeta (ES)

Ver tudo ›

Mais em Brasil

Ver tudo ›