Pipoca com muita calda virou febre; veja quanto custa em Campo Grande
Aquelas pipocas caramelizadas que ganharam versões recheadas e mergulhadas em cremes já viraram febre em Campo Grande depois de viralizar nas redes sociais.
Com combinações generosas de doces, a sobremesa chama atenção pelo visual e conquista quem não dispensa um docinho.
Se antes a pipoca era sinônimo de cinema ou opção de lanche simples, agora ela aparece em potes cheios de recheio, com camadas de pipoca crocante e um rio de calda.
Maria Luísa, a Malu, e Arislene Barão, a Ari, da Pipocaê começaram a apostar no negócio recentemente, em setembro.
A ideia surgiu quando Malu procurava algo novo para se dedicar integralmente, depois de deixar a cafeteria que tocava com a mãe.
“Ela começou a procurar opções e apareceu a pipoca.
Tem uma menina que viralizou em Anápolis, e a Malu achou super bacana.
Me mostrou a ideia e eu comprei”, conta Ari.
Apesar de terem começado há pouco tempo , as duas já sentem os efeitos da divulgação nas redes sociais.
O perfil da marca no Instagram foi lançado recentemente e a procura cresceu mais do que elas esperavam.
“Eu sabia que ia ter uma viralização, mas a gente não estava esperando esse boom, de verdade”, comenta Malu.
Logo no primeiro dia de entregas saíram 60 potes.
A repercussão foi tanta que as duas precisaram correr atrás de ingredientes para dar conta dos pedidos.
No cardápio, além da versão caramelizada tradicional, tem opção recheada com leite em pó e caldas de Ovomaltine, Nutella, Ninho e Kinder Bueno.
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