Homem condenado por assassinar e estuprar adolescente de 14 anos é morto após deixar presídio no AC
Grupo armado invade casa e mata homem recém-saído do presídio no interior do Acre José Martandes da Silva Marinho, de 31 anos, foi mortos a tiros e golpes de faca ao ter a casa invadida por um grupo de seis pessoas nessa sexta-feira (14), em Tarauacá, no interior do Acre.
José foi condenado a mais de 24 anos por assassinar e estuprar a adolescente Tainá de Oliveira Silva, em setembro de 2018, na mesma cidade.
Os dois tinham um relacionamento na época.
Ela foi atraída pelo namorado até uma casa e morta.
Willas França Farrapo também foi julgado pelo crime na época, mas acabou absolvido das acusações. ✅ Participe do canal do g1 AC no WhatsApp Um vídeo gravado por moradores mostra a movimentação na rua onde José estava morando.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamado, mas o homem já estava morto. (Veja vídeo acima).
Testemunhas relataram à Polícia Millitar (PM-AC) que José deixou o presídio há menos de 15 dias após cumprir aproximadamente oito anos da pena.
No momento do crime, ele estava sozinho na casa, enquanto a mãe e o padrasto tinham saído para trabalhar.
Grupo armado invade casa e mata homem recém-saído do presídio no interior do Acre Reprodução Ainda conforme a informações repassadas pela PM-AC, a porta da frente da casa foi arrombada pelos criminosos.
O padrasto de José o encontrou caído próximo à cama com vários ferimentos quando voltava do trabalho.
De acordo com o delegado José Ronério, a Polícia Civil já iniciou as investigações, s equipes estiveram no local para levantar informações e reunir elementos que possam ajudar na identificação dos envolvidos no crime.
LEIA TAMBÉM: Pedreiro é encontrado morto a facadas dentro de casa no interior do Acre Homem tem casa invadida e é assassinado a tiros no interior do Acre Homem é morto a tiros após ter casa invadida no Segundo Distrito de Rio Branco Segundo ele, a possível relação entre a execução e o crime pelo qual José havia sido condenado é uma das linhas consideradas pela investigação, mas ressaltou que ainda é cedo para apontar uma motivação.
“É prematuro falar, mas é uma linha de investigação.
Não tem como não levar em consideração isso.
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