Flamengo aguarda o CAS no caso Rojo e se agarra à liderança do Brasileirão
Eliminado nos pênaltis no Maracanã, o Flamengo ainda não saiu da Libertadores nos tribunais.
O clube contesta a escalação do zagueiro Marcos Rojo pelo Estudiantes e espera uma resposta que pode, em tese, mudar quem disputa a final.
Até agora, nenhuma decisão tirou os argentinos da decisão nem colocou o Rubro-Negro nela.
Uma inscrição barrada e uma liminar na véspera A história começou antes da semifinal.
Rojo, de 36 anos, deixou o Racing e foi contratado pelo Estudiantes no início de outubro para ocupar a vaga do lesionado Gabriel Neves na lista da Libertadores.
Segundo o Flamengo, o pedido de inscrição foi feito em 9 de outubro, depois do fim da janela de transferências na Argentina.
A Conmebol, após consultar a Fifa, rejeitou a solicitação em 14 de outubro e manteve a decisão no dia seguinte.
Por isso, Rojo ficou fora do 0 a 0 em La Plata.
O Estudiantes recorreu ao Tribunal Arbitral do Esporte (CAS) e, em 16 de outubro, incluiu o Flamengo como parte do processo.
Em 21 de outubro, o tribunal concedeu uma medida cautelar que liberou Rojo para a lista.
Mas, segundo o Flamengo, o CAS negou ao clube argentino a garantia de que a escalação não traria consequências esportivas e disciplinares.
No dia seguinte, no Maracanã, Rojo foi titular e saiu aos 30 minutos do segundo tempo.
O jogo terminou em novo 0 a 0, e o Estudiantes avançou por 3 a 2 nos pênaltis, com Muslera decisivo.
O pedido do Flamengo e a defesa argentina Em 23 de outubro, o Flamengo formalizou um protesto na Conmebol e pediu que o Estudiantes seja derrotado por 3 a 0.
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