‘Não vamos tolerar desvios’, diz Tarcísio após prisão de policiais acusados de extorsão e corrupção em SP
Governador Tarcísio de Freitas fala sobre greve da CPTM durante entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes Reprodução/TV Globo O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), comentou nesta sexta-feira (28) a Operação Merx, do Ministério Público de SP (MP-SP), contra policiais civis acusados de usar delegacias estaduais para extorquir dinheiro e cobrar propina de contrabandistas.
Ao menos três policiais, um advogado e um empresário já foram presos por participação no esquema.
A operação contra com a participação da Corregedoria da Polícia Civil.
A operação ocorre no dia seguinte que três policiais (um PM e dois civis) de Osasco também foram presos em flagrante por usarem a delegacia para extorquir dinheiro de um motorista de aplicativo.
Em dois dias, ao menos seis policiais foram presos por usarem estruturas do estado para cometer crimes.
Três delegacias da Grande SP são alvo de buscas na operação desta sexta-feira (28), por conta dos desvios de condutas de seus integrantes.
Segundo Tarcísio, “os maus policiais” não serão tolerados na corporação.
“A Corregedoria da Polícia Civil tem atuado para coibir desvios de conduta.
Toda vez que for constatado um desvio, a ação do Estado será imediata no sentido de afastar e punir com rigor, nas esferas administrativa e criminal, os maus policiais.
Não vamos tolerar desvios”, disse por meio de nota o governador, que é candidato à reeleição em outubro.
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Dos sete mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça, cinco haviam sido cumpridos até a última atualização.
Foram presos três policiais civis — José Adriano Nishi, Bruno dos Santos e Marcos Vinicius —, o advogado Sidiclei Almeida e o empresário do Paraná Jonathan Vieira.
Dos dois alvos restantes, Thiago Magnabosco é considerado foragido e está no Paraguai, segundo a investigação, enquanto um policial civil ainda é procurado.
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