Semana de Arte do Rio terá quase 90% da programação gratuita
A Prefeitura do Rio apresentou nesta quinta-feira (3), no Museu do Amanhã, na Praça Mauá, o preview da primeira Semana de Arte do Rio.
A programação acontece entre os dias 16 e 27 de setembro e terá mais de mil horas de atividades gratuitas em 120 museus e espaços culturais da cidade.
A proposta é reunir, em um mesmo circuito, diferentes linguagens artísticas, como música, artes visuais, teatro, dança e performance.
Também estão previstas festas e o Circuito de Ateliês, que permitirá ao público conhecer de perto os processos de criação dos artistas.
Entre os eventos que integram a programação estão a ArtRio, a FLUP, o Festival Panorama, o Festival Internacional de Circo, o MIMO Festival, o Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul e o Arte de Portas Abertas.
A programação também terá apresentações de artistas como Emicida, Leci Brandão , Zezé Motta, Jorge Aragão e Gilberto Gil, entre outras atrações.
Leia Mais Semana de Arte do Rio terá mil horas de programação; veja calendário Campo de Marte recebe exposição gratuita de carros antigos em SP Rock in Rio 2026: saiba onde tirar as melhores fotos na Cidade do Rock As atividades serão distribuídas por diferentes pontos da cidade, incluindo Praça Mauá, Lapa, Santa Teresa, Praça XV, Praça Tiradentes e Gamboa.
Segundo a organização, a Semana de Arte do Rio foi inspirada em grandes eventos culturais internacionais.
Para o secretário municipal de Cultura, Lucas Padilha, a iniciativa busca integrar eventos e equipamentos culturais e também contribuir para a ocupação e a requalificação do centro da cidade.
“A Semana de Arte chega como uma grande plataforma de integração dos vários festivais, multilinguagens, tradicionais e outros novos, abertura de exposições, uma grande convergência”, explicou.
Padilha destacou que cerca de 90% da programação será gratuita e que a iniciativa reúne equipamentos municipais, estaduais, federais e privados.
A proposta, segundo ele, é valorizar a produção cultural do Rio e de outras regiões do país.
O presidente da Dream Factory, Duda Magalhães, destacou que a ideia é usar diferentes manifestações culturais para ocupar e ressignificar espaços do Rio.
Segundo ele, o centro da cidade reúne uma riqueza histórica e cultural que pode atrair tanto cariocas quanto turistas.
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