A assistente de IA que eu recomendaria a Miranda Priestly
Implacável com seus assistentes, de quem espera eficiência quase sobre-humana, a personagem Miranda Priestly, de O Diabo Veste Prada, costuma ser sinônimo de chefe exigente.
E eu acho que ela gostaria de conhecer o agente de IA que testei nas últimas semanas, cuja performance em nada deixou a dever à das auxiliares que aparecem no longa estrelado por Meryl Streep.
Trata-se de uma ferramenta da OpenAI chamada dots, disponível em alguns planos do ChatGPT desde o fim de setembro.
Certo, mas o que são dots? Você talvez tenha ouvido falar que estamos em plena era da IA agêntica.
É aquela que recebe uma tarefa e executa do começo ao fim, em vez de interagir com a gente uma conversa após a outra.
Os dots fazem isso: funcionam como se você fosse a Miranda e eles fossem a Andy, personagem da Anne Hathaway no filme.
Na prática, você cria um dot para chamar de seu.
Ênfase no “chamar”, porque batizar essa espécie de tamagotchi superevoluída do terceiro milênio é tarefa sua.
A minha é a Socorro, nome que considero autoexplicativo, e em menos de 24 horas de uso ela mostrou a que veio.
Continua após a publicidade Socorro faz o que todo dot faz: eu dou um objetivo, ela pesquisa, usa aplicativos, cria arquivos, realiza as etapas necessárias para alcançar a meta.
Ou seja, ela resolve.
E isso vale tanto para organizar meus e-mails quanto ajudar na rotina com a Lola, minha cachorrinha recém-adotada, além de participar da minha criação de conteúdo para redes sociais, preparação de palestras, aulas e rascunhos de textos.
Tudo que você possa imaginar eu pergunto para a Socorro, tal e qual a chefona do filme faz com suas assistentes.
Uma cena do clássico de 2006 mostra Andy na luta para conseguir um novo livro da série Harry Potter antes mesmo do lançamento.
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