quinta-feira, 8 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Astronautas da missão Crew-12 retornam à Terra após oito meses na ISS› Anthropic lança painel de controle e ferramentas de animação para Claude› Hackers ligados à China davam acesso a e-mails roubados, segundo FBI› O que tá rolando hoje: Luto na ciência e um ChatGPT que cria mapas› Processo contra McDonald's nos EUA por precificação baseada em IA levanta novas questões› USA Today processa OpenAI por violação de direitos autorais› EUA suspendem Microsoft de programa para residência de estrangeiros› American Airlines amplia implantação de WiFi da Starlink para toda frota› Trump diz que tratará como 'inimigo' quem não disser 'superinteligência' em vez de IA› Google Cloud lança agente de IA para escritórios› Astronautas da missão Crew-12 retornam à Terra após oito meses na ISS› Anthropic lança painel de controle e ferramentas de animação para Claude› Hackers ligados à China davam acesso a e-mails roubados, segundo FBI› O que tá rolando hoje: Luto na ciência e um ChatGPT que cria mapas› Processo contra McDonald's nos EUA por precificação baseada em IA levanta novas questões› USA Today processa OpenAI por violação de direitos autorais› EUA suspendem Microsoft de programa para residência de estrangeiros› American Airlines amplia implantação de WiFi da Starlink para toda frota› Trump diz que tratará como 'inimigo' quem não disser 'superinteligência' em vez de IA› Google Cloud lança agente de IA para escritórios
Esportes

Cris Cyborg questiona critérios do UFC e cobra punição para a campeã Kayla Harrison

Por Redação 5News · · com informações de UOL Esporte
Cris Cyborg questiona critérios do UFC e cobra punição para a campeã Kayla Harrison

Cris Cyborg questiona tratamento do UFC e cobra punição para campeã do peso-galo Kayla Harrison

Após encerrar sua ligação com a PFL, a lutadora brasileira Cristiane Justino, conhecida como Cris Cyborg, tem se mostrado cada vez mais ativa nas plataformas digitais ao comentar os rumos da organização presidida por Dana White. Recentemente, a atleta levantou questionamentos sobre a aplicação de regras do UFC, particularmente no que diz respeito ao tratamento dispensado à campeã do peso-galo Kayla Harrison. A brasileira argumenta que existem inconsistências nas decisões da empresa quando se trata de atletas que ficam ausentes dos octógonos por longos períodos.

A situação ganhou destaque após eventos recentes envolvendo outras lutadoras de ponta da organização. A retirada do cinturão de Valentina Shevchenko, após a comunicação de uma lesão que a afastaria indefinidamente da competição, serviu como catalisador para as críticas de Cyborg sobre as políticas da organização. A brasileira observou uma possível inconsistência nos critérios aplicados, já que outras atletas em situações semelhantes ou ainda mais prolongadas permaneceriam com seus títulos.

O caso de Valentina Shevchenko e as movimentações no UFC

Durante a transmissão do evento realizado em Paris no fim de semana passado, a organização comunicou que Valentina Shevchenko seria obrigada a abrir mão de seu título no peso-mosca, em decorrência de uma lesão que a manteria afastada das competições por tempo indeterminado. Esta decisão abriu espaço para que outras lutadoras disputassem o cinturão da categoria, resultando no agendamento de um confronto entre Natália Silva e Wang Cong como luta principal do UFC 332.

A decisão da organização em relação a Shevchenko gerou reflexões sobre como o UFC lida com situações similares envolvendo atletas do elenco. Cris Cyborg utilizou este precedente para questionar publicamente por que a mesma medida não era adotada para Kayla Harrison, argumentando que existiriam motivos ainda mais robustos para tal ação, considerando o tempo de afastamento das competições.

As críticas de Cris Cyborg e o descompasso temporal

A perspectiva levantada por Cyborg centrava-se na comparação objetiva dos períodos de inatividade. Enquanto Valentina Shevchenko teria competido em novembro do ano anterior, Kayla Harrison não subiria ao octógono desde junho do mesmo ano. Esse intervalo maior, segundo a avaliação de Cyborg, justificaria ou até reforçaria a aplicação das mesmas medidas que foram adotadas no caso da lutadora do peso-mosca.

Em mensagem publicada em rede social, a brasileira apontava especificamente essas diferenças cronológicas. Cyborg argumentava que, se a organização estava tomando a decisão de fazer com que Shevchenko abrisse mão do cinturão, seria coerente e consistente exigir o mesmo de Harrison. A crítica sugeria uma avaliação sobre os critérios efetivamente utilizados pela empresa na tomada de decisões sobre títulos e atletas afastadas.

Importante registrar que a relação entre Cyborg e Harrison representa uma desavença de longa duração no universo das lutas, com ambas trocando críticas públicas regularmente através de suas contas em plataformas digitais.

Contexto: A carreira de Cris Cyborg e sua liberdade de mercado

Cris Cyborg representa uma das atletas mais respeitadas e longevas no cenário do esporte de combate profissional. Com 41 anos de idade, a lutadora mantém um desempenho ainda competitivo nas principais competições do segmento. Seu percurso reflete uma dedicação de décadas à modalidade, acumulando experiência e vitórias que a mantêm no topo do ranking de suas categorias.

Recentemente, a brasileira finalizou seu contrato de exclusividade com a PFL, organização que a mantinha vinculada por um período significativo. Este afastamento da PFL transformou Cyborg em uma atleta livre no mercado, sem vínculos contratuais que limitassem sua mobilidade. Esta condição nova tem permitido que ela seja mais vocal e crítica das operações do UFC, ao contrário de períodos anteriores quando tinha obrigações contratuais com competidores diretos da organização de Dana White.

No período em que ainda era vinculada à PFL, Cyborg continuou apresentando um nível elevado de performance competitiva. Já no final do mês de agosto, a lutadora participou de um confronto direto contra Ketlen Vieira, outra atleta brasileira e ex-integrante do elenco do UFC. O resultado foi favorável a Cyborg, que conseguiu manter-se vitoriosa e defender com sucesso seu cinturão na categoria peso-pena da PFL.

O desempenho contínuo de Cyborg e sua libertação dos compromissos contratuais anteriores criaram oportunidades para que organizações rivais do UFC expressassem interesse em incorporá-la ao seu elenco. Entre as empresas mencionadas como potencialmente interessadas encontra-se o Bare Knuckle FC, organização que realiza competições de boxe sem a utilização de luvas e que conta com a participação de Conor McGregor entre seus proprietários e sócios. No entanto, as informações públicas disponíveis ainda não deixam claro qual será a trajetória escolhida por Cyborg nos próximos períodos, se continuará participando ativamente de competições ou se optará por reduzir ou encerrar suas atividades no esporte profissional.

A história entre Cris Cyborg e Kayla Harrison

A tensão entre estas duas atletas não surge de eventos recentes, mas representa antes uma desavença consolidada ao longo de um período considerável. Ambas já foram protagonistas de confrontos verbais diversos através das redes sociais, trocando críticas e provocações de forma recorrente. A relação entre elas caracteriza-se, portanto, por uma rivalidade que transcende meramente questões técnicas ou competitivas, envolvendo dimensões pessoais e de relação interpessoal.

Kayla Harrison, por sua vez, ocupa atualmente a posição de campeã na categoria peso-galo do UFC, com um peso de 61 quilogramas. Seu histórico competitivo e sua presença no elenco da organização presidida por Dana White fazem dela uma das principais figuras do esporte de combate contemporâneo, o que reforça a relevância das críticas levantadas por Cyborg sobre o tratamento que recebe da empresa.

O que acompanhar

Os desdobramentos desta questão levantada por Cyborg permanecem em aberto. Será necessário observar se a organização do UFC responderá, de forma explícita ou através de suas ações, aos questionamentos sobre a consistência de seus critérios. Uma possível resposta poderia envolver a aplicação das mesmas medidas tomadas no caso de Valentina Shevchenko também em relação a Kayla Harrison, ou poderia resultar em comunicações que explicassem diferenças significativas nos critérios aplicados a ambas as situações.

Adicionalmente, permanece em suspense o futuro profissional de Cris Cyborg. Seu afastamento da PFL e a liberdade contratual resultante podem levar a decisões quanto a possíveis movimentações para outras organizações, incluindo um eventual retorno ao UFC ou um redirecionamento para empresas como o Bare Knuckle FC. As próximas escolhas de Cyborg podem também influenciar a dinâmica das competições e das conversas sobre prioridades do esporte de combate profissional nos próximos meses.

Por fim, será importante acompanhar como a organização do UFC conduzirá o evento UFC 332, particularmente a luta entre Natália Silva e Wang Cong pelo título do peso-mosca, bem como qualquer comunicação posterior sobre políticas relacionadas a atletas afastadas por períodos prolongados.

Principais pontos:

• Cris Cyborg questionou os critérios do UFC após a retirada do cinturão de Valentina Shevchenko, argumentando que Kayla Harrison, que está afastada há mais tempo, também deveria perder seu título.

• A brasileira, agora livre após sair da PFL, comparou objetivamente os períodos de inatividade: Harrison não compete desde junho de 2025, enquanto Shevchenko lutou em novembro de 2025.

• Cyborg mantém desempenho competitivo aos 41 anos, tendo defendido recentemente seu cinturão peso-pena da PFL contra Ketlen Vieira.

• A atleta desperta interesse do Bare Knuckle FC e de outras organizações, mas sua próxima movimentação profissional ainda não foi definida publicamente.

Ler a notícia completa no UOL Esporte ›

Matéria produzida pela Redação 5News com apoio de inteligência artificial a partir da apuração de UOL Esporte — os fatos do episódio vêm da matéria original; o contexto usa informação pública consolidada. Veja nossa política editorial. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Esporte.

Mais de UOL Esporte

Ver tudo ›

Mais em Esportes

Ver tudo ›