Falta uma semana para o fim do prazo do Simples Nacional. Qual é o passo a passo para entrar no regime?
Com as mudanças no calendário do Simples Nacional em 2027, a data final para aderir ao regime no ano que vem se encerra daqui uma semana.
Portanto, pequenos negócios que quiserem entrar no modelo precisam resolver a burocracia até 30 de setembro .
O prazo foge completamente do calendário tradicional.
Normalmente, a opção pelo Simples Nacional é feita em janeiro, mas o cronograma de 2027 foi antecipado para setembro de 2026 por causa da implementação da reforma tributária .
O processo para entrar com o pedido é relativamente simples.
É preciso: Verificar se a empresa atende aos requisitos do regime, como limite de faturamento (até R$ 4,8 milhões por ano) e atividade; Checar se o negócio tem pendências fiscais ou cadastrais; Regularizar eventuais débitos ou inconsistências; Acessar o Portal do Simples Nacional ; e Solicitar a opção pelo Simples Nacional dentro do portal e acompanhar a análise do pedido.
Veja, a seguir, quem pode aderir ao Simples e o que fazer se o pedido for negado pela Receita Federal.
Quem pode aderir ao Simples Nacional? Criado em 2006, o Simples Nacional unifica tributos federais, estaduais e municipais em uma única guia de pagamento, chamada de Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) .
O regime foi desenvolvido para reduzir a burocracia e simplificar a rotina tributária dos pequenos negócios.
Atualmente, ele contempla três categorias de empresas: Microempreendedor Individual (MEI) ; Microempresa (ME) ; Empresa de Pequeno Porte (EPP) .
No caso dos MEIs, a entrada no Simples ocorre automaticamente no momento da abertura do CNPJ, dentro do Simei .
Já as microempresas e empresas de pequeno porte precisam solicitar formalmente a adesão dentro do prazo estabelecido pela Receita Federal, que, neste ano, excepcionalmente, termina em 30 de setembro.
Prazo foi antecipado devido à reforma tributária A mudança do calendário está relacionada à reforma tributária, que entrou em fase de testes neste ano e começará a ser implementada gradualmente a partir de 2027.
A reforma prevê a substituição de cinco tributos atuais: Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ( ICMS ); Imposto sobre Serviços ( ISS ); Programa de Integração Social ( PIS ); Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ( Cofins ); Imposto sobre Produtos Industrializados ( IPI ).
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.seudinheiro.com — o conteúdo pertence a Seu Dinheiro.