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Disputas internas nos partidos: como o número do candidato na urna é escolhido?

G1 ·
Disputas internas nos partidos: como o número do candidato na urna é escolhido?

Urna eletrônica Reprodução/TV Globo O início da campanha eleitoral marcou o fim de disputas internas nos partidos brasileiros, incluindo a definição do número dos candidatos na urna.

Apesar de parecer uma questão mais simples, o tema levou a brigas dentro dos dois principais partidos desta eleição: o PT e o PL.

Para os candidatos, o número na urna é uma questão estratégica.

A depender do cargo, é mais fácil fazer com que o eleitor lembre do seu número na hora de votar se ele for composto de forma similar ao dos principais candidatos para o cargo de presidente da República.

Nesse sentido, números como 1313 e 22.222 foram alvo de disputa neste ano em diferentes estados.

A decisão, no entanto, é do partido de forma autônoma.

Ou seja, ou há um acordo entre os pré-candidatos ou a direção estadual ou municipal do partido pode definir seguindo critérios definidos em lei. (entenda mais abaixo) Agora no g1 Tensão no PT do Rio A disputa para deputado federal no Rio de Janeiro começou com uma queda de braço interna no PT.

No partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, houve disputa pelo número 1313.

Os candidatos Lindbergh Farias e Marcelo Freixo criticaram publicamente o que chamaram de decisões sem “democracia interna”.

Segundo eles, o PT é um partido democrático e não uma “capitania hereditária” e as decisões no estado precisariam respeitar isso.

“É lamentável que o debate sobre a estratégia do PT para as eleições legislativas seja submetido a interesses menores e familiares”, criticaram em vídeo publicado nas redes sociais.

As manifestações vieram depois do representante da Executiva Nacional no Rio, Washington Quaquá, decidir dar o número 1313 para seu filho, o candidato a deputado federal e presidente do partido no estado, Diego Quaquá.

O prefeito de Maricá, Washington Quaquá, representante da Executiva Nacional do PT no Rio Josué Amador/g1 Nas redes sociais, Washington Quaquá respondeu às críticas: "Quanto ao número 1313 ele foi usado por mim e agora será usado pelo presidente do PT no Estado, representante do município que é símbolo do que o PT tem de melhor!" No fim, a decisão do representante da executiva nacional da sigla foi a que permaneceu, e Lindbergh e Freixo ficaram com outros números na urna.

Processo no PL do DF Já no Distrito Federal, a disputa se deu entre dois candidatos para deputado distrital pelo número 22.222.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

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