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Tecnologia israelense que neutraliza drones é testada por forças de segurança do Paraná

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Tecnologia israelense que neutraliza drones é testada por forças de segurança do Paraná

A Secretaria de Estado da Segurança Pública do Paraná iniciou nesta quinta-feira testes com uma tecnologia israelense capaz de identificar, monitorar e neutralizar drones não autorizados.

A avaliação do sistema Sentrycs ocorre na Academia Policial Militar do Guatupê (APMG), em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, com a participação de representantes das forças de segurança pública do Estado.

O equipamento, apresentado pela empresa M1, utiliza tecnologia de radiofrequência para detectar aeronaves remotamente pilotadas e identificar informações como localização, altitude, velocidade e posição do operador.

Em determinadas condições, o sistema também permite assumir o controle de drones não autorizados e direcioná-los para um pouso seguro, sem a necessidade de destruí-los.

Continua após a publicidade Segundo o secretário de Estado da Segurança Pública, coronel Hudson Leôncio Teixeira, a tecnologia pode ser utilizada em grandes eventos e operações policiais.

“Buscamos sempre soluções que ampliam a capacidade de atuação das nossas forças de segurança, principalmente diante de novas ameaças.

Uma tecnologia como essa pode contribuir para a proteção de áreas estratégicas, grandes eventos e operações policiais.

Nosso objetivo é conhecer, testar e avaliar ferramentas que possam trazer ainda mais segurança à população paranaense”, destacou.

Continua após a publicidade O uso da tecnologia de monitoramento ocorre em meio às novas exigências do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), que obriga a solicitação de autorização prévia de voo na Sarpas (Solicitação de Acesso de Aeronaves Remotamente Pilotadas) para todos os drones, mesmo os recreativos abaixo de 250 gramas.

O Comando de Aviação de Polícia Militar do Paraná (Comav) ressalta que o cálculo do peso considera acessórios acoplados e que, acima de 250 gramas, o cadastro no Sistema de Aeronaves não Tripuladas, da Agência Nacional de Aviação (Anac), também é obrigatório.

Continua após a publicidade Em situações em que há atuação de aeronaves tripuladas das forças de segurança estaduais, a área torna-se sensível e a aproximação de drones é proibida.

O descumprimento das normas e a interferência em operações de emergência sujeitam o operador a abordagens policiais, multas, apreensão do drone e enquadramento em infrações administrativas e crimes previstos na legislação aeronáutica.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

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