Copom deve cortar Selic para 13,75%, mas manter cautela; veja o que está no radar
Copom deve cortar Selic para 13,75%, mas manter cautela; veja o que está no radar O Copom deve reduzir a taxa Selic de 14% para 13,75% ao ano na reunião desta quarta-feira (16), segundo projeções do Banco Daycoval, da Boa Brasil Capital e do mercado financeiro .
O corte de 0,25 ponto percentual já está incorporado à mediana do relatório Focus , que permanece nesse nível há cinco semanas.
A decisão ocorre em um cenário de desaceleração gradual da atividade, inflação ainda acima da meta e incertezas externas e fiscais.
Por isso, a expectativa é de que o Banco Central mantenha a “porta aberta” para os próximos passos da política monetária .
Quer aprender mais sobre investimentos? Baixe gratuitamente três livros da Suno e amplie seus conhecimentos para tomar decisões melhores.
Confira aqui.
Daycoval espera corte e comunicação cautelosa Na avaliação do departamento econômico do Banco Daycoval, o Banco Central deve promover um corte de 0,25 ponto percentual, levando a Selic a 13,75% ao ano.
O banco projeta que a inflação no primeiro trimestre de 2028, atual horizonte relevante para a política monetária, fique em 3,2%, próxima do centro da meta de 3%.
Entre os fatores positivos, o Daycoval destaca a perda de força dos componentes cíclicos da atividade econômica, a inflação de curto prazo mais acomodada e a ausência de nova deterioração nas expectativas para 2028.
Ainda assim, o cenário recomenda prudência.
No exterior, o banco cita a possibilidade de uma nova alta de juros pelo Federal Reserve, além da volatilidade nos preços do petróleo.
No ambiente doméstico, estão no radar eventuais movimentos abruptos do câmbio, especialmente com a proximidade do processo eleitoral, e os possíveis efeitos do El Niño sobre os preços dos alimentos a partir do quarto trimestre.
Segundo o Daycoval, o Comitê deve reafirmar a necessidade de “serenidade e cautela” na condução da política monetária.
“Embora nosso cenário-base contemple uma pausa no ciclo de calibração para reavaliação do balanço de riscos, o comitê não deve se comprometer com nenhum movimento no futuro, deixando as ‘portas abertas’”, afirma o relatório do banco.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.suno.com.br — o conteúdo pertence a Suno Notícias.