Das vaias no Rio à "estreia" em casa, Arias revê o Fluminense por vaga na final com o Palmeiras
Vitor Roque segue em recuperação e deve desfalcar Palmeiras na Libertadores Apresentado no Palmeiras em fevereiro, Jhon Arias já enfrentou seu antigo clube, o Fluminense, em três oportunidades.
Nesta quarta-feira, pela volta da semifinal da Conmebol Libertadores, o atacante terá a chance de encarar novamente o time carioca, mas com uma "estreia" — pela primeira vez com o apoio do torcedor palmeirense no Nubank Parque.
O cenário é novo: dois dos três encontros anteriores foram no Maracanã, sob vaias e hostilidade.
O terceiro foi na Arena Barueri, com mando do Palmeiras, mas um público menor do que o time costuma receber em seu principal estádio.
Arias e os torcedores do Fluminense têm vivido uma relação pouco amistosa desde que o jogador deixou o Wolverhampton, da Inglaterra, e assinou com o Palmeiras.
Antes de sair do Brasil para realizar o sonho de jogar na Europa, ele afirmou que só retornaria ao país para defender o Flu. + Siga o ge Palmeiras no WhatsApp Seis meses depois, o atacante firmou contrato com outro clube.
Desde então, passou a ser visto como "traidor" pelos antigos apoiadores e vaiado a cada encontro entre as duas equipes.
O desconforto chegou ao auge na última semana, quando o Palmeiras venceu o Fluminense por 2 a 1, pela ida da semifinal da Libertadores, no Maracanã.
Jhon Arias e Millán, pela Libertadores André Durão Perseguido pela torcida tricolor no jogo no Rio de Janeiro, Arias chegou a dizer que não se incomodava com a reação das arquibancadas contra ele e reclamou do esquecimento de seus títulos pelo ex-time. — Acho que as pessoas têm amnésia.
Eu sou um cara que venceu por esse clube, estou na história e isso é uma coisa que ninguém pode apagar.
Hoje eu defendo outra instituição, na qual estou muito feliz — disse, após o jogo.
Mais notícias do Palmeiras: + Por que o Palmeiras precisa apresentar à Justiça detalhes da venda de Allan + Palmeiras busca recorde de vitórias no ano para voltar à final da Libertadores A hostilidade virou tema também da entrevista coletiva do auxiliar técnico do Palmeiras, Vitor Castanheira, que não viu queda de rendimento do jogador por conta das vaias. — Já não foi a primeira vez, passou por esse experiência no jogo anterior.
Acho que estava preparado.
Em relação ao desempenho, acho que ele fez o que tinha que fazer e o que estava programado para que fizesse.
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