Por que Rebeca Andrade não vai competir no solo em retorno ao Mundial de Ginástica
Após uma pausa de quase dois anos para cuidar da saúde mental e física, a ginasta Rebeca Andrade volta a competir pelo Brasil no Mundial de Ginástica Artística , que acontece entre 17 e 25 de outubro em Roterdã, nos Países Baixos.
A atleta de 27 anos segue firme na decisão de não se apresentar mais no solo, previamente divulgada, e atuará somente como especialista de salto e trave.
Depois de conquistar quatro medalhas nos Jogos Olímpicos de Paris em 2024, incluindo um ouro pelo solo, Rebeca se afastou das disputas com o objetivo de prolongar sua carreira até as Olimpíadas de Los Angeles, em 2028.
Além do descanso mental, ela pretendia cuidar do desgaste físico acumulado – a atleta tem um histórico de lesões no joelho e já passou por cinco cirurgias.
Esse é o motivo principal para se aposentar das provas de solo, aparelho que mais exige fisicamente da atleta.
Consequentemente, ela não participa mais das provas de individual geral.
Rebeca continuará competindo normalmente nos outros três aparelhos da ginástica artística.
Desde junho, ela tem feito um retorno gradual às competições, primeiro no salto e em sequência na trave.
O próximo passo é voltar para as barras assimétricas em 2027.
Maior medalhista olímpica da história do Brasil, Rebeca venceu seis vezes.
Em 2020, nas Olimpíadas de Tóquio, conquistou ouro no salto e prata no individual geral.
Depois, em 2024, saiu de Paris com quatro vitórias: ouro no solo, prata no individual geral e no salto, e o bronze por equipes.
A medalha coletiva foi inédita para o país.
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.