segunda-feira, 31 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Alerta no Instagram: Contas de IA sem selo vão sumir de recomendações 1 em cada 3 brasileiros já sofreu tentativa de golpe de dados, diz pesquisa Quem domina, ganha mais: 11 números sobre IA que você precisa saber hoje Golpe digital com dado pessoal atinge 27,5 milhões no Brasil, diz pesquisa Nvidia investirá US$3,5 bi em fabricante de chips MediaTek Meta vence processo que alegava monopólio do Instagram em shopping Sony e Warner Music processam Anthropic por uso de músicas no treinamento de IA Honda e Nissan planejam software automotivo conjunto para 2029 IA amplia risco cibernético ao sistema financeiro, diz órgão internacional Lucro da Huawei cai 36% no semestre com alta de custos e gastos em IA Alerta no Instagram: Contas de IA sem selo vão sumir de recomendações 1 em cada 3 brasileiros já sofreu tentativa de golpe de dados, diz pesquisa Quem domina, ganha mais: 11 números sobre IA que você precisa saber hoje Golpe digital com dado pessoal atinge 27,5 milhões no Brasil, diz pesquisa Nvidia investirá US$3,5 bi em fabricante de chips MediaTek Meta vence processo que alegava monopólio do Instagram em shopping Sony e Warner Music processam Anthropic por uso de músicas no treinamento de IA Honda e Nissan planejam software automotivo conjunto para 2029 IA amplia risco cibernético ao sistema financeiro, diz órgão internacional Lucro da Huawei cai 36% no semestre com alta de custos e gastos em IA
Últimas

Durigan sinaliza trava a gastos sociais para tentar forçar queda da Selic

Veja ·
Durigan sinaliza trava a gastos sociais para tentar forçar queda da Selic

A taxa básica de juros cobrada no país, atualmente fixada em 14% ao ano pelo Banco Central , é o principal obstáculo para a expansão do crédito e para a retomada dos investimentos públicos e privados.

A avaliação foi apresentada nesta segunda-feira, 31, pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, durante sua participação no BTG Macro Day 2026, em São Paulo.

Para conter o custo do dinheiro e alcançar o que classificou como “juros civilizados”, o ministro defendeu o aprimoramento do arcabouço fiscal a partir de 2027, concentrando a estratégia no controle rigoroso do crescimento das despesas obrigatórias.

O movimento desenhado por Durigan tenta dar respostas à necessidade de maior credibilidade orçamentária perante os investidores, sem exigir a substituição do arcabouço fiscal vigente.

A ideia central envolve a criação de “gatilhos” de contenção de gastos e uma alteração estrutural no financiamento de programas sociais.

A proposta do ministro é retirar dessas políticas o caráter de despesa de execução obrigatória e migrá-las para um modelo de “controle de fluxo”, um mecanismo legal que devolve ao gestor público a prerrogativa de reajustar a liberação dos recursos de acordo com a disponibilidade real do Tesouro Nacional.

Para além do freio nos desembolsos diretos da União, Durigan destacou que o governo conduz neste ano uma revisão de 10% nos benefícios tributários infraconstitucionais.

A intenção de reavaliar essas isenções fiscais concedidas a determinados setores da economia é liberar espaço no orçamento para as chamadas despesas discricionárias, verbas destinadas a obras de infraestrutura, compras públicas e investimentos estratégicos.

“Gasto obrigatório consome bastante do orçamento e precisa crescer menos”, afirmou Durigan, ao ressaltar que a manutenção do suporte às famílias vulneráveis deve vir acompanhada da checagem constante dos critérios de elegibilidade dos beneficiários.

Essa reorganização nas contas públicas é tratada pela equipe econômica como precondição para o cumprimento das metas fiscais estabelecidas no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO).

As projeções oficiais indicam a transição de um déficit efetivo de 0,4% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026 para um superávit primário positivo superior a 0,1% do PIB em 2027.

O objetivo de longo prazo, segundo o ministro, é pavimentar o caminho para a consolidação de resultados primários crescentes e sustentáveis nos próximos anos.

Continua após a publicidade A sinalização feita por Durigan ao mercado financeiro ocorre em um contexto no qual a autoridade monetária busca dar continuidade ao ciclo de afrouxamento, o ritmo gradual de queda da taxa básica de juros.

No início do mês, em 5 de agosto, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Selic de 15% para os atuais 14% ao ano.

Ler a notícia completa no Veja ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

Mais de Veja

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›