sábado, 10 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Inmet mantém Sudeste em alerta amarelo para chuvas no feriado de Nossa Senhora› 'Não poderia ter acontecido', diz idosa que teve prótese implantada no joelho errado› Flávio Bolsonaro canta em culto e recebe pedido simulado de voto de líder da Assembleia de Deus› SP tem 24 alertas de chuva; 12,8 mil imóveis estão sem energia na capital› Ex-militar russo condenado à prisão perpétua é preso em Salvador› TSE determina que dona do Facebook esclareça em 48h restrições a posts da campanha de Lula› Panamá declara emergência após terremoto de magnitude 7,7› Aluno de escola do Paraná aparece fantasiado de 'homem invisível' e vídeo viraliza› Campanha de Lula vê interferência da Meta após vídeos de Lula baterem recorde de visualizações› Emails indicam que Flávio Bolsonaro dividia conta com suspeito de lavar dinheiro do INSS› Inmet mantém Sudeste em alerta amarelo para chuvas no feriado de Nossa Senhora› 'Não poderia ter acontecido', diz idosa que teve prótese implantada no joelho errado› Flávio Bolsonaro canta em culto e recebe pedido simulado de voto de líder da Assembleia de Deus› SP tem 24 alertas de chuva; 12,8 mil imóveis estão sem energia na capital› Ex-militar russo condenado à prisão perpétua é preso em Salvador› TSE determina que dona do Facebook esclareça em 48h restrições a posts da campanha de Lula› Panamá declara emergência após terremoto de magnitude 7,7› Aluno de escola do Paraná aparece fantasiado de 'homem invisível' e vídeo viraliza› Campanha de Lula vê interferência da Meta após vídeos de Lula baterem recorde de visualizações› Emails indicam que Flávio Bolsonaro dividia conta com suspeito de lavar dinheiro do INSS
Brasil

MPF cobra na Justiça R$ 541 milhões em reparação da Shell por enchente no RS

G1 Rio Grande do Sul ·
MPF cobra na Justiça R$ 541 milhões em reparação da Shell por enchente no RS

Ruas alagadas em Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre (RS), em maio de 2024 Reuters/Amanda Perobelli O Ministério Público Federal (MPF) e o Instituto Preservar ingressaram com uma ação na Justiça contra a Shell Brasil buscando reparação parcial dos danos decorrentes das catástrofes climáticas no Rio Grande do Sul, especialmente das enchentes de abril e maio de 2024.

Os pedidos somam mais de R$ 541 milhões.

Na Ação Civil Pública climática, MPF e o instituto sustentam que há ligação entre as emissões da cadeia dos combustíveis fósseis, o aquecimento global e a intensificação das chuvas responsáveis pela devastação do estado naquele período. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp A ação não atribui à Shell responsabilidade exclusiva pela tragédia, argumenta o MPF.

A alegação seria de que a empresa deve responder por suposta contribuição histórica e continuada para as emissões de gases de efeito estufa e ao papel dessas emissões na intensificação dos eventos extremos.

O pedido inclui R$ 270,5 milhões por danos morais coletivos ambientais e climáticos e mais R$ 270,5 milhões por danos materiais, caso haja condenação.

Dois anos depois da enchente que deixou 185 mortos, o que ainda falta mudar no RS? O g1 entrou em contato com a comunicação da Shell Brasil solicitando um posicionamento sobre a ação, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.

"Os autores propõem que os valores de uma eventual condenação sejam destinados a um instrumento financeiro específico, sob fiscalização judicial e com aplicação exclusiva em medidas de reparação, reconstrução, compensação, adaptação climática, prevenção de desastres e proteção das populações atingidas no Rio Grande do Sul", afirma nota divulgada pelo MPF.

Segundo os autores da ação, três análises complementares sustentam o nexo causal, a ligação entre uma atividade e o dano.

A atribuição do aquecimento identifica o papel das emissões humanas na elevação da temperatura global, argumentam.

A atribuição de fontes estima a contribuição histórica de grandes produtores de combustíveis fósseis.

Já a atribuição de eventos extremos avalia em que medida o aquecimento agravou um episódio específico, como as chuvas no Rio Grande do Sul.

"O arcabouço normativo brasileiro estabelece o princípio do poluidor-pagador, sob o qual se assenta a tese jurídica que sustenta a demanda, que foi lastreada na melhor ciência disponível e observou os pareceres da Corte Interamericana de Direitos Humanos e a Corte Internacional de Justiça sobre o tema”, afirma a procuradora Flavia Rigo Nobrega, uma das autoras da ação.

Ler a notícia completa no G1 Rio Grande do Sul ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Rio Grande do Sul.

Este assunto em outros veículos

Mais de G1 Rio Grande do Sul

Ver tudo ›

Mais em Brasil

Ver tudo ›