Maior planetário da América Latina, na Grande Curitiba, chega a 53% da obra com técnica inovadora
O sistema de projeção planetária, importado da Alemanha, que irá equipar o maior planetário da América Latina, na Grande Curitiba já está a caminho.
Considerado um dos mais avançados disponíveis no mundo, fabricado pela Zeiss, o sistema saiu da Alemanha para ser usado no novo Planetário do Parque da Ciência Newton Freire Maia.
A precisão é de que o equipamento chegue ao Porto de Paranaguá, no Litoral, nos primeiros dias de novembro.
Enquanto a tecnologia cruza o Atlântico, a construção da estrutura que vai recebê-la em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, segue avançando.
Projetado para ser o planetário mais moderno da América Latina, o edifício de quase 5 mil metros quadrados entra em uma nova etapa.
Saiba mais notícias no canal do Bem Paraná A obra está 53% executada.
A fundação e a terraplanagem já foram finalizadas, enquanto a estrutura de concreto e alvenaria está em fase de finalização (98% concluída).
Também avançaram a divisão interna das salas, as instalações hidráulicas, sanitárias e elétricas, além dos serviços de drenagem, calçamento e demais adequações na área externa.
Um dos principais diferenciais da construção é a estrutura de madeira engenheirada, com vigas de até 30 metros que permanecerão aparentes e integradas à própria arquitetura.
Cerca de 75% dessa estrutura já está finalizada.
Para o secretário de Estado da Educação, Roni Miranda, a estrutura amplia a relação entre educação e ciência no Parque.
“O Planetário reúne educação, ciência e inovação em um espaço pensado para despertar a curiosidade e aproximar os estudantes do conhecimento científico.
É uma estrutura que amplia as possibilidades de aprendizagem para a rede estadual e para toda a população”, afirma.
A obra é conduzida pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar), vinculado à Secretaria de Estado da Educação (Seed-PR), e representa investimento de aproximadamente R$ 46,5 milhões, com recursos da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), por meio do Fundo Paraná.
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