Diarista que Moraes mandou a PF prender está com tornozeleira desligada
A diarista que o ministro Alexandre de Moraes mandou prender está com a tornozeleira eletrônica desligada.
A situação foi informada ao Supremo Tribunal Federal (STF) após o ministro expedir uma ordem de prisão para que ela comece a cumprir a pena de 14 anos.
A informação consta em documento encaminhado ao STF nessa segunda-feira (31/8) pelo Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO), responsável pelo acompanhamento das medidas cautelares impostas a Silvia de Amorim Jesus, de 46 anos.
Segundo o documento, a unidade responsável pelo monitoramento de Silvia ainda não conseguiu elaborar um relatório sobre a situação da diarista porque a tornozeleira dela está desligada.
Em ofício, o TJRO informou ainda que não havia viatura disponível para realizar uma diligência no endereço da diarista, moradora de Jaru (RO).
O documento não informa o motivo da indisponibilidade do veículo.
A ida ao endereço de Silvia serviria para estabelecer contato com ela e elaborar o relatório sobre o cumprimento das medidas cautelares.
Ela está em liberdade.
Silvia foi condenada por envolvimento nos atos antidemocráticos de 8 de Janeiro.
Conforme mostrou a coluna, a ordem de prisão expedida por Moraes ocorreu após o trânsito em julgado da condenação da diarista no STF.
Leia também Manoela Alcântara Moraes manda PF prender diarista condenada a 14 anos pelo 8/1 As investigações mostram que a diarista participou da invasão aos prédios públicos no 8/1.
Mensagens encontradas no celular dela mostram que, um dia antes dos ataques, Silvia encaminhou uma mensagem para um contato salvo como “Gil”.
“Tô indo para Brasília (…), o movimento é em Brasília (…).
Tamo indo pra batalha.
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